A transformação digital fez com que os smartphones se tornassem, de maneira simbólica, em uma extensão de nós mesmos. Por consequência, aumentou o tempo de uso do aparelho ao longo do dia, o que se tornou um problema associado ao vício em smartphones no trabalho. É importante saber como lidar com a situação de maneira equilibrada.

 

Em média, as pessoas passavam uma média de 24 horas conectadas, ao longo de uma semana inteira, no ano passado. Isso entre os adultos – jovens entre 16 e 24 anos registraram uma média de 34,3 horas.

Logo, é comum ouvir que existe um vício em smartphones no trabalho, algo que pode ser considerado com grande atenção, já que a geração Z está cada vez mais presente no mercado de trabalho.

Só que fica a dúvida: o que o RH pode fazer com relação a essa situação? E, principalmente: isso é um problema de verdade ou existem alternativas para tirar proveito dessa relação das pessoas com a tecnologia?

Confira tudo a respeito, ao longo deste post!

 

Estatísticas e estratégias sobre o vício em smartphones no trabalho

Para muitas empresas, a questão é, sim, um problema. Não à toa, especialistas de RH fazem, recorrentemente, pesquisas sobre o assunto a fim de identificar as ações e reações disso.

Uma recente pesquisa do HR News apontou algumas características bem interessantes, como:

  • 31% dos entrevistados disseram que o smartphone é proibido na empresa;
  • 29% dos funcionários dizem que os seus gestores não confiam no uso de dispositivos móveis durante o expediente;
  • 26% dos entrevistados disseram não entender, ao certo, as políticas de dispositivos móveis da empresa.

Entretanto, permanece a dúvida se o vício em smartphones no trabalho é, mesmo, algo impossível de conciliar ou fazer uso benéfico desse novo perfil social?

Nós achamos que existe um meio-termo nisso. Em vez de combater, que tal unir-se à causa estrategicamente? Veja as nossas dicas:

 

1. Estabeleça regras e deixe-as claras

O uso de smartphones no trabalho está interferindo na produtividade, motivação ou o engajamento de um colaborador? Então, assuma a dianteira e mostre aos profissionais que eles serão cobrados pela sua performance.

Se a produtividade caiu, por exemplo, eles serão cobrados por isso. Nada de proibir o uso de aparelhos, mas de cobrá-los pelos profissionais que são, e conscientes de que devem manter os seus resultados em constante evolução.

Por isso, crie uma política clara, objetiva e concisa. E faça questão de que todos leiam e assinem, estando cientes do que pode — ou não — fazer durante o expediente.

 

2. Use o smartphone como parte elementar da empresa

Um software de gestão onde todos devem acessar para obter o holerite ou marcar o seu ponto de entrada e saída, por exemplo, permite que o smartphone se torne um instrumento de trabalho.

Com isso, o vício em smartphone no trabalho se torna um ponto positivo para o colaborador e a organização.

 

3. Abra uma política que incentive a comunicação transparente

O RH precisa absorver e abraçar o estilo de trabalho da época vigente. Na Era Digital, isso significa entender que a tecnologia não é rival, mas aliada. Ao proibir o uso de aparelhos, por exemplo, a empresa coloca um alvo contra ela própria, desmotivando a equipe e incentivando, inclusive, a geração Z a encontrar uma empresa com o perfil mais alinhado ao seu perfil.

 

As vantagens de incentivar os smartphones no local de trabalho

 

 

Os smartphones no trabalho incentivam a transparência e a honestidade, já que podem oferecer novas formas inovadoras para o RH monitorar e engajar os profissionais. Só que existem, ainda, outras formas de se aliar à tecnologia, agregando mais a esse dito vício em smartphones no trabalho:

  • ferramenta de engajamento por meio de notificações no celular — como mensagens de agradecimento, eventos e outras notícias internas;
  • chats internos para que os colaboradores usem o smartphone como uma ferramenta de comunicação interna também;
  • monitoramento do tempo de trabalho dos profissionais à distância. Assim, sabe-se o que cada um deles está fazendo, mesmo quando não estão dentro da empresa.

E então, deu para perceber o quanto você pode se aproveitar desses diferenciais causados pelo que ainda é tido como um problema por muitos — inclusive, sendo rotulado como vício em smartphones no trabalho?

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