unicórnios brasileiros

Unicórnios brasileiros: conheça as Startups mais valorizadas do país

As criaturas míticas nada têm a ver com o mercado de startups — exceto, talvez, que elas são tão raras quanto as empresas que, rapidamente, valem mais de US$ 1 bilhão.

Pois é assim que são conhecidos os unicórnios brasileiros e internacionais, espalhados pelo mundo: empresas com enorme percepção de marca e potencial para revolucionar os seus setores de atuação.

Você já viu um dos unicórnios brasileiros? Se não, leia este artigo até o fim, e vamos falar tudo a respeito! Agora, caso você já tenha visto — ou, quem sabe, trabalhe dentro de um deles —, aproveite para atualizar os conhecimentos a respeito desse mercado em contínua expansão Brasil afora!

O que as startups unicórnios têm em comum?

Destacamos, acima, que elas valem, pelo menos, US$ 1 bilhão. Mas não é tudo. Os unicórnios foram assim rotulados no ano de 2013, quando a fundadora da Cowboy Ventures, Aileen Lee, buscou um termo inusitado para descrever as 39 startups que estavam valorizadas a esse ponto, à época.

Hoje, o relatório CB Insights aumenta esse número em mais de 80%: são quase 330 unicórnios no mundo. E, alguns deles, vivem em nosso ecossistema corporativo.

Se a maioria reside nos Estados Unidos e na China, nós contamos com pouco mais de uma dezena de unicórnios brasileiros. São startups do setor financeiro (as fintechs) e de outras áreas de atuação, mas com grande relevância e impacto no mercado.

Essas são, inclusive, algumas das grandes características que unem os unicórnios brasileiros e aqueles sediados em outras fronteiras. Entre outras qualidades, como as que veremos logo abaixo:

  • inovação disruptiva, que consiste na quebra de barreiras. Algo que expõe uma nova tendência de mercado e/ou escancara um desafio até então não solucionado (vide o Uber, que abriu novas fronteiras mercadológicas);
  • pioneirismo, que tem a ver também com o item acima, mas que contribui para que essas empresas atinjam o bilhão de dólares rapidamente, já que inexiste concorrência em um primeiro momento;
  • paradigma tecnológico, como não haveria de ser, já que a sociedade inspira e expira hábitos digitais. E tais soluções agregaram também uma série de inovações na maneira de enxergar o próprio mercado — é o caso da lawtechs e legaltechs, por exemplo;
  • foco no consumidor, alinhando-se à grande questão de solucionar um problema. Não ser, apenas, mais um serviço ou produto nas prateleiras, mas em tornar a vida dos clientes mais prático, fácil e conveniente;
  • desalinhamento com a hierarquia corporativa clássica. Com isso, os unicórnios brasileiros e espalhados país afora costumam dispor de uma hierarquia horizontal, além de mais de um fundador e/ou sócio.

Dá para imaginar o quanto isso tudo impacta fortemente a maneira tradicional de enxergar o mercado e a rotina dentro das empresas, não é mesmo? Inclusive, já falamos a respeito do assunto e recomendamos a leitura do nosso artigo sobre os desafios do setor de RH em startups — abra agora, mas leia só após terminar esta leitura, combinado?

O que a presença de mais unicórnios brasileiros significa?

O aspecto mais evidente para esse boom de empresas bilionárias é que tivemos exemplos recentes capazes de mostrar que, sim, é possível tornar-se uma empresa de sucesso, e em pouco tempo (e com poucos funcionários). Com isso, mais empreendedores com espírito de aventura embarcaram nessa nova jornada.

Não que seja um terreno completamente desconhecido: a tecnologia tem facilitado amplamente essa abertura. As estruturas têm se modificado em um ritmo alucinante. Surgem, a todo momento, novas tendências de gestão, tecnologias e processos que tornam obsoletos tudo aquilo que sabíamos e confiávamos plenamente há pouco tempo.

É aí que as empresas mais focadas nessas transições têm chances de se desenvolverem e, consequentemente, tornarem-se mais um dos unicórnios brasileiros.

Se você está em busca de inspirações para dar esse grande passo, veja o nosso próximo tópico!

Quem são os grandes unicórnios brasileiros?

O Brasil pode não ter muitos representantes, ainda, mas a seleta lista já deve dar um gostinho do quanto esses serviços se mostraram profundamente diferenciados, contribuindo para o status que eles acumularam ao longo dos últimos anos:

  • 99, anteriormente conhecida como 99Taxi, e que foi a primeira empresa brasileira a adquirir o título de unicórnio;
  • Nubank, uma das principais fintechs do país, e que tem diversificado (e ampliado) continuamente o seu repertório de serviços e produtos para o consumidor, facilitando e desburocratizando os serviços bancários;
  • Arco Educação, de 2004, promovendo o ensino on-line como diferencial;
  • iFood, fazendo frente a alta competitividade atual de empresas que entregam alimentos;
  • PagSeguro, que também é uma veterana do mercado, mas que foi crescendo gradualmente até consolidar-se como uma das grandes referências dos novos meios de pagamentos;
  • Stone, mais uma empresa de pagamentos, e que hoje conta com aportes financeiros de grandes referências do mercado. O que garante solidez para a empresa ousar constantemente em inovações;
  • Movile, nascida na cidade de Campinas, e que expandiu a sua atuação para mais de 100 países por meio dos seus aplicativos de alimentação (caso do Ifood) e também de eventos (como a Sympla) e educação (Playkids, por exemplo), entre outros;
  • Gympass, oferecendo uma maneira revolucionária de fazer atividades físicas a partir do convênio com milhares de academias e que, por meio de diversos planos de assinatura, abrirem as suas portas para os interessados.

Deixamos algum dos grandes unicórnios brasileiros de fora desta lista? Complemente-a conosco no campo de comentários, no final deste artigo 🙂

Como fazer a sua empresa ser o próximo unicórnio brasileiro?

A pergunta não tem resposta fácil, pois não é uma fórmula exata. Ainda que a sua empresa concentre as características citadas anteriormente, uma série de fatores internos e externos podem não corresponder com o momento para que o sucesso de sua organização seja impulsionado.

No entanto. Vale destacar que uma postura única deve ser adotada, entre outras questões que vamos pontuar logo a seguir, como:

  • motivação para criar algo único;
  • priorizar a sua missão principal, sem corromper-se com os pilares institucionais erguidos;
  • acreditar plenamente na revolução promovida pelo seu produto ou serviço;
  • tecnologia diferenciada para facilitar o seu processo;
  • mão de obra motivada e engajada, também focada e crente nos objetivos da empresa.

Pois é, não é fácil entrar na bilionária lista de unicórnios brasileiros. Entretanto, é interessante perceber o quanto esses fatores acima citados podem ser de grande valia para que a sua marca se desenvolva, gradualmente, de maneira sustentável.

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