Soft Skills: 5 dicas para você e para o seu candidato!

soft skills

Você já ouviu falar no termo soft skillsComo a maioria dos profissionais de RH, apostamos que isso deve remetê-lo a algo. E não é para menos: atualmente esse é um dos temas mais – senão o mais – discutidos quando tratamos de tendências para recrutamento e seleção e gestão de pessoas.

Mas… O que são essas “soft skills”? E como elas impactam tanto numa empresa, quanto na vida profissional e até pessoal dos colaboradores? Além disso, quais são as preferidas no mercado e como posso identificá-las num candidato?

Acompanhe conosco os principais conceitos e tendências desse assunto que ganha cada vez mais destaque nas discussões acaloradas de recursos humanos!

 

Soft Skills: um pouco de teoria

As chamadas soft skills são, em suma, as competências sociais e emocionais de um profissional.

Basicamente, são os traço da personalidade de uma pessoa, competências que foram moldadas a partir de experiências pessoais, culturais e interpessoais de um profissional. Ou seja: diz respeito a todo o contexto de vivência de alguém.

Uma boa forma de definir algo que é tão subjetivo e flexível é opor essas habilidades ao seu extremo oposto: as hard skills. Esse conjunto de habilidades fazem parte da esfera técnica de um profissional.

Colocando de forma simples: geralmente é o que você escreve no seu currículo! Faculdade, cursos, domínio de ferramentas, idiomas… Enfim, conhecimentos que você consegue adquirir por meio de estudos no sentido tradicional da palavra.

Por muito tempo, apesar dos recrutadores buscarem por profissionais que tinham certas competências sociais – como o famoso espírito de liderança -, essas habilidades eram deixadas para segundo plano.

Isso devia-se, grande parte, a dois fatores: falta de disseminação que inteligência emocional impacta no desempenho de um colaborador e, o principal, de que essas competências eram inatas.

 

Mudança no panorama das soft skills

Hoje em dia, as soft skills já ocupam papel de destaque numa contratação. Difícil de acreditar?

De acordo com um estudo realizado pela plataforma CareerBuilder, 77% dos recrutadores acreditam que essas habilidades são tão importantes quanto as competências técnicas no dia a dia de um colaborador.

E com esse crescimento exponencial, uma boa notícia para acalmar tanto recrutadores quanto candidatos: diferente do que pensavam, as soft skills podem ser adquiridas, treinadas e aperfeiçoadas ao longo do tempo.

Curioso para saber como isso funciona?

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Do estagiário ao CEO: por que todos devem se preocupar com as soft skills?

Não é segredo que há diferentes qualidades desejáveis para diferentes tipos de funcionários, que variam de acordo com sua área de atuação e posição hierárquica na empresa.

Obviamente, para o dia a dia de um estagiário, ser um excepcional orador será menos importante que para um CEO. Ainda assim, há várias competências que são, digamos, “mínimos comuns” entre eles.

Ter uma boa comunicação, por exemplo, é essencial para qualquer profissional. Isso porque fará parte da rotina de todos eles trabalhar, mesmo que pontualmente, em grupo.

“Espaços em branco” dentro de uma conversa podem resultar em erros catastróficos que afetarão desde o estagiário até o dono da empresa.

Podemos também citar uma atitude positiva como crucial para qualquer colaborador. Ser uma pessoa motivada e que consegue ao mesmo tempo motivar os outros ao redor tem grande impacto nos resultados de uma organização.

Além das características compartilhadas, é importante destacar exemplos de competências mais específicas, como criatividade no caso de um designer ou empatia no caso de um gestor.

 

Como identificar soft skills?

Tão importante quanto desenvolver soft skills, é saber identificá-las em alguém!

Isso serve tanto para um recrutador, gestor ou para o próprio candidato, que se sairá muito melhor em uma entrevista sabendo explorar e apontar suas competências.

Aqui seguem alguns pontos para se atentar:

 

1. Conhecimento do perfil necessário

No caso de um recrutador, saber primeiramente o que a vaga exige do candidato em questões comportamentais é essencial. Assim, seu escopo será muito mais certeiro na hora da seleção.

Para cada vaga há uma necessidade específica, apesar de ser bom se guiar por competências gerais, trabalhar apenas com elas acabará por prejudicar muito suas contratações.

 

2. Escolha das perguntas certas

Outro ponto crucial que merece sua atenção é a escolha ou elaboração de perguntar adequadas. É preciso dar ao candidato a oportunidade de mostrar o que você espera dele.

Lembre-se que um recrutador agirá de forma a guiar uma entrevista, então todo cuidado é pouco na hora de traçar esse “caminho”.

 

3. Feedback

Já no caso de um gestor, é importante oferecer ao seus colaboradores um feedback sobre seus pontos fortes.

Assim, você também incentivará um autoconhecimento por parte de seus funcionários, que acabará por beneficiar a todos e, consequentemente, à empresa.

 

4. Treinamentos

Apesar desse tópico servir bem para os gestores, como uma medida a se promover, ele será centrado na imagem dos candidatos e colaboradores.

Soft skills não são habilidades nas quais você pode apenas “nascer com”! Dedique seu tempo para se desenvolver nas áreas que você acha que deveria melhorar ou que serão importantes para o cargo desejado ou já desempenhado.

 

5. Saiba explorar suas competências

Como mencionado anteriormente, é vital para um candidato saber explorar suas competências.

Pare para pensar em habilidades sociais – ou emocionais – que você acha que performa bem. Depois, crie um exemplo de como elas foram valiosas na prática.

Muitos recrutadores já mais experientes – de maneira certa! – provavelmente perguntarão sobre uma ocasião na qual você usou alguma soft skill sua. Então, se quiser se diferenciar, já vá preparado.

 

Soft skills: considerações finais

As soft skills já são uma realidade consolidada no mercado e entender como elas funcionam serve de um diferencial e tanto!

Para ser um bom profissional já não é mais possível se basear apenas nas suas competências técnicas, é necessário ser completo em todos os aspectos possíveis.

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