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Senso de dono: como despertar o engajamento nos colaboradores?
Cultura da Empresa

Senso de dono: como despertar o engajamento nos colaboradores?

Senso de dono é aquilo que muitos chamam de vestir a camisa ou sentir-se o proprietário da empresa. Trata-se de um profissional engajado, que foca no crescimento do negócio e, consequentemente, no seu próprio desenvolvimento dentro da organização.

 

O engajamento tem se consolidado como o sonho de consumo da liderança da empresa e dos profissionais de RH. E, para isso, o senso de dono é uma meta a ser alcançada.

Afinal de contas, todo profissional que carregue o senso de dono consigo vai agir como se a empresa fosse exclusivamente sua. De fato, tem um pouco de verdade nisso.

Acontece que não basta desejar que os colaboradores pratiquem isso. É importante fazê-los perceber que isso é verdade. Grande desafio para o RH da empresa.

E, justamente, é a base estrutural do nosso artigo de hoje. Conheça o conceito de senso de dono, os seus benefícios e os cuidados a serem contornados para que a empresa e os seus profissionais obtenham o melhor de sua prática. Boa leitura!

 

O que é o senso de dono?

O termo também pode ser representado pelas ideias de “vestir a camisa” ou “trabalhar como se fosse o dono da empresa”, entre outros conceitos.

Pois é exatamente isso o que significa possuir senso de dono: a qualificação de um profissional engajado, que foca no crescimento do negócio e que sabe tornar as suas atitudes em um reconhecimento do seu próprio desenvolvimento na organização.

Só que é importante avaliar que a construção de uma cultura assim, em que os colaboradores podem — e devem — se sentir representados pelas empresas onde trabalham, engloba desafios múltiplos para a gestão do RH, como:

  • profissionais podem atestar que não vale a pena “sacrificar-se” pela empresa, tendo em vista o contraste salarial com os proprietários da organização;
  • o mesmo vale se a ideia é pregada, mas os colaboradores não possuem autonomia;
  • há quem critique também o fato de que a organização não é transparente quanto aos rumos para onde ela pretende seguir — seja em curto, médio ou longo prazo.

Por outro lado, existem os defensores do senso de dono na rotina profissional. Pois, assim, as pessoas podem focar no alcance de metas como acharem melhor.

Além disso, o conceito aplicado na prática agrega conhecimentos para o desenvolvimento do profissional. Um benefício ímpar para a retenção de talentos e também a atração de interessados na cultura da empresa.

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Qual é o perfil de quem se engaja no senso de dono?

São atitudes e comportamentos que viabilizam a construção e o desenvolvimento de um senso de dono. No geral, são profissionais:

  • pró-ativos, que propõem ideias e antecipam soluções;
  • que se orientam por resultados — para empresa e em seu benefício;
  • flexíveis, que ouvem e discutem ideias para investirem em novas abordagens;
  • colaborativos, fiéis e bons ouvintes;
  • responsivos;
  • engajados, que nunca vão se esquivar de um problema por não considerarem “problema deles”.

Ou seja: são questões que apenas reforçam a melhoria na construção de resultados. Só que, como já adiantado, entre a teoria e a prática pode existir um abismo.

Especialmente, se o discurso da empresa é unilateral. É fundamental agregar valores que permitam ao colaborador perceber que ele também tem a ganhar em ter senso de dono.

 

Como desenvolver a cultura de senso de dono?

Algumas situações-chave que contribuem com a consolidação do conceito nos corredores da empresa:

  • identificação de um perfil profissional híbrido, que execute, planeje e participe dos processos;
  • diluição da ideia rígida e vertical de hierarquia e com a presença de um líder democrático;
  • promoção da autogestão, mas com a participação dos líderes em uma gestão estratégica de pessoas;
  • estímulos que reforcem o engajamento e a satisfação dos colaboradores, como o marketing interno.

Vale destacar, ainda, que a empresa deve se esforçar por meio de outras ações. Casos de:

 

Cuidado em retribuir o engajamento do profissional

O seu RH conhece a fundo o perfil geral do seu quadro de colaboradores e as necessidades e objetivos da maioria?

Por meio dessas respostas é possível aprender como retribuir ao engajamento oferecido por eles. Há quem busque aperfeiçoamento (pessoal e profissional). Outros, uma remuneração mais atrativa ou mesmo um pacote de benefícios flexíveis.

 

Ter mais transparência nas comunicações

Um ambiente colaborativo não pode deixar os seus profissionais “no escuro”. O diálogo e a comunicação de objetivos e a respeito dos rumos da empresa são fundamentais.

Principalmente, quando há a abertura para a exposição de ideias e opiniões. A gestão aberta permite que os funcionários logo percebam que são ouvidos e participativos no desenvolvimento da empresa. E atuam mais em busca de resultados.

 

Obter feedbacks contínuos

Não é só a transformação digital que metamorfoseia os processos da empresa. Os seus recursos humanos também têm grande participação nisso.

Dessa maneira, crie um sistema de avaliações e peça também o feedback deles. Por meio dos resultados é possível compilar novas ações para que todos permaneçam em evolução.

 

Compor objetivos claros

Antes de comunicar à equipe os rumos do empreendimento, é importante saber o momento atual e para onde o negócio vai rumar.

Um planejamento inicial é a estrutura de toda composição de objetivos. E só por meio dessa definição é que os colaboradores podem engajar mais e compreender os meios para alcançar os resultados propostos.

Por isso, não basta dar poder e flexibilidade aos colaboradores, fomentando o employee experience: deve-se ter tudo previamente concebido e planejado para saber onde direcionar os esforços e evitar os imprevistos.

 

Desenvolver a cultura do intraempreendedorismo

Não há senso de dono maior do que os resultados obtidos de uma boa cultura de intraempreendedorismo.

Isso significa um ambiente acolhedor, que estimule as ideias, que dê autonomia e agregue os colaboradores.

Vale destacar o quanto isso faz parte da bagagem de quem sabe como liderar equipes no contexto atual. As pessoas já buscam esse poder de decisão — cabe às empresas saber como delegar e promover essa cultura internamente.

 

O que os colaboradores ganham com isso?

Por fim, vale destacar o quanto o colaborador, em particular, se beneficia da construção de um ideário de senso de dono nas suas atitudes cotidianas. São eles:

  • torna-se uma peça-chave para o crescimento da empresa e da valorização de sua equipe;
  • contínua sensação de realização;
  • mais disposição para ir ao trabalho e promover resultados cada vez melhores;
  • gratificações dentro do plano estrutural promovido pela gestão e o RH para recompensar o senso de dono;
  • ascensão de carreira;
  • desenvolvimento pessoal.

 

E então, deu para absorver os benefícios do senso de dono aplicado na sua empresa? Agora, que tal curtir a nossa página no Facebook e seguir-nos no Instagram, Twitter e LinkedIn? Assim, você vai ficar por dentro de mais dicas, tendências e novidades que visam qualificar continuamente a cultura da sua empresa!

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