Saúde financeira x saúde física: quais os impactos dessa relação?

Saúde financeira x saúde física

Quando de trata da saúde física, é muito provável que você saiba alguns cuidados essenciais. Afinal, somos bombardeados por informações dessa natureza o tempo inteiro, seja nas grandes mídias ou nas redes sociais. 

Contudo, quando entramos no campo financeiro, esses cuidados se tornam um pouco mais complexos. E se buscarmos os impactos da relação saúde financeira x saúde física, as questões se tornam ainda mais desafiadoras.

Grosso modo, saúde financeira é um status que qualifica a gestão inteligente do dinheiro. Não se trata do volume de capital e sim, da sua administração cotidiana visando alcançar metas específicas. E saúde física é a condição de bem-estar geral do corpo, que está diretamente ligada a hábitos, genética, doenças, condições de trabalho, e assim por diante. 

Para entender a relação saúde financeira x saúde física, continue acompanhando o post. Separamos algumas informações essenciais para preservar a sua qualidade de vida. Boa leitura!  

A definição organizacional de Saúde

Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), a definição de saúde é o estado pleno de bem-estar físico, mental e social. A medida que um indivíduo é capaz de satisfazer necessidades pessoais, de maneira segura e apropriada, que estimulem a evolução do corpo, do campo subjetivo, da área político-econômica, do relacionamento social, ele conquista a saúde. 

Essas categorias podem ser estimuladas de forma conjunta ou individual, cada pessoa trabalha essa evolução de acordo com as suas prioridades. Embora tenham vínculos diretos entre si, elas não necessariamente são desenvolvidas igualmente.

A relação saúde financeira x saúde física

Assim como dissemos, a relação saúde financeira x saúde física pode influenciar o seu bem-estar. Isso porque, quando estamos sem dinheiro, seja qual for o motivo da supressão, nosso humor é comprometido. Afinal, a preocupação e a ansiedade tomam conta dos nossos pensamentos, prejudicando o nosso bem-estar.

Consequentemente, essa instabilidade reflete mudanças em nossos hábitos, sejam eles alimentares, de higiene, de atividade física, e assim por diante. 

A situação inversa também é válida. Quando temos segurança e estabilidade econômica, nossa qualidade de vida é impulsionada. Em outras palavras, o status de nossa saúde financeira condiciona nossa saúde mental e física.

Considerando essa lógica simples, veja alguns exemplos corriqueiros.

Impossibilidade de realizar um sonho

Considere situações em que a falta de dinheiro comprometa a realização de um sonho ou desejo de longa data. Intensifique essa crise, colocando esse desprovimento como uma consequência do erro de outra pessoa. Viu? Só de imaginar já nos gera uma sensação de tristeza e revolta, não é mesmo?

O estresse financeiro pode desestabilizar relacionamentos de diversas naturezas e diminuir a sensação de felicidade e bem-estar.

Criação de dívidas constantes

Outra forma em que a relação saúde financeira x saúde física influencia o seu contentamento é por meio da formação de débitos.

Ao perder o controle da situação financeira, dívidas começarão a surgir prejudicando o seu sono e impactando, principalmente, os hábitos alimentares. Comer por compulsão ou deixar de comer o suficiente são consequências comuns.

Cancelamento de atividades de lazer

Outro exemplo dessa relação saúde financeira x saúde física é a necessidade de cancelar a matrícula de atividades de lazer físico, devido a falta de dinheiro. Sejam academias, aulas de yoga, estúdios de pilates, participação de maratonas, e assim por diante.

Sem um bom planejamento financeiro, essas atividades passam a ser vistas como gastos e não mais como investimentos em saúde. A aplicação na sua satisfação é impossibilitada, prejudicando, por consequência, o seu humor.

Intensificação de gastos inconscientes

É fato que comer é um prazer. Contudo, se tivermos o hábito de consumir muitas refeições fora de casa, esse custo pode ser bastante expressivo e prejudicial para a sua saúde financeira. Além disso, se a escolha desses alimentos não for nutritiva e saudável, esse custo compromete também a sua saúde física. 

A alimentação é parte fundamental da vitalidade do nosso corpo. Para evitar o desenvolvimento de doenças e o envelhecimento precoce, os hábitos alimentares devem ser levados com responsabilidade.

Criação de patologias subjetivas

Assim como introduzimos, o nosso bem-estar mental está diretamente ligado a saúde financeira. Claro que não é o único fator ou o mais importante para a contemplação individual, contudo, certamente é o mais significativo por definir fronteiras.

Ao nos ver incapacitados de realizar vontades e caprichos sociais, a frustração se torna um mal presente. Se esse cenário se estender e/ou se agravar, doenças mentais como a ansiedade, depressão, síndrome do pânico, dentre outras podem ser estimuladas. 

Um expressivo erro monetário pode comprometer severamente a saúde do corpo, por isso a gestão do ambiente financeiro deve sempre considerar os possíveis impactos no campo subjetivo.

A importância do planejamento financeiro

Planejamento financeiro é um plano estratégico criado para orientar a gestão dos recursos monetários de um indivíduo ou organização, considerando suas metas de curto, médio e longo prazo. 

Em outras palavras, não se trata de uma atividade ocasional, ele deve integrar a vida cotidiana da pessoa ou empresa, ensinando a fazer uso inteligente do dinheiro, para tornar esses objetivos financeiros realidades.

Comprometimento, foco e dedicação serão exigidos. Por isso ao começar um planejamento financeiro, certifique-se de que esteja disposto a segui-lo, revisá-lo, corrigi-lo sempre que for necessário. 

Esse tipo de controle é importante não só para economizar, cortar gastos, investir e acumular capital, mas também para aprender a usar o patrimônio de maneira eficiente e buscar mais qualidade de vida. 

O planejamento financeiro permite que o indivíduo ou instituição tenham a segurança material necessária para aproveitar certos prazeres e obtenham garantias para eventuais imprevistos. 

Se você quiser saber como elaborar um bom planejamento financeiro, recomendamos a leitura deste material aqui.

7 dicas para melhorar a sua saúde financeira

A relação saúde financeira x saúde física pode gerar consequências que impactam a sua qualidade de vida. Para assegurar que esses males não atinjam o seu bem-estar, aprenda a otimizar o uso dos seus recursos monetários. Confira a seguir 7 dicas para melhorar a sua saúde financeira.

1. Entenda o funcionamento das suas finanças

Para que a relação saúde financeira x saúde física possa gerar retornos positivos, é importante que a parte econômica seja muito bem controlada. Para isso, entender o funcionamento de suas finanças é indispensável.

Procure identificar as situações que o levam a gastar mais ou a economizar, se existe ou não uma reserva de emergência, se as contas estão em dia, se as despesas superam ou não o faturamento, e assim por diante.

2. Tenha metas e objetivos financeiros

Uma dica importante para que o seu dinheiro seja usado de maneira construtiva é criando metas claras. Isso porque quando existe um propósito, poupar recursos se torna uma necessidade e o uso supérfluo é mais fácil de ser evitado. 

Portanto, defina objetivos financeiros, prazos realistas e discipline-se. Feito isso, é hora de planejar essa conquista.

3. Estruture um planejamento financeiro pessoal

A terceira e talvez mais importante dica para melhorar a sua saúde econômica e assim, lidar com os impactos da relação saúde financeira x saúde física com tranquilidade, é estruturar um planejamento financeiro pessoal.

Como vimos, esse cuidado é essencial para aprender a usar o próprio dinheiro com eficiência e orientar a conquistas dos seus objetivos pecuniários. 

Além disso, os investimentos em saúde física e mental também podem ser otimizados com segurança e qualidade. Vale ressaltar que o planejamento só ter valor se ele for executado, e os resultados só dependem do seu comprometimento.

4. Aprenda a definir prioridades

A nossa quarta dica é criar prioridades para o uso dos seus recursos. Evidentemente, todos os seus sonhos e projetos são importantes. No entanto, para garantir que eles sejam efetivamente conquistados, é importante que uma lista de primazias sejam definida.

Assim, suas metas de curto, médio e longo prazo podem ser realizadas, sem que uma comprometa a outra.

5. Ajuste hábitos e manias

Uma mudança nos hábitos de consumo corriqueiro também deverá ser feita, principalmente quando se trata do consumo impulsivo e desnecessário. Afinal, de nada adianta desenvolver um plano que será executado pela metade.

Tenha sempre em mente que a economia é fator essencial para atingir suas metas, por isso deve ser uma prioridade até nas transações financeiras mais rotineiras.

6. Viva de acordo com sua realidade

Quando se vive dentro dos limites da própria realidade econômica, um equilíbrio inconsciente é criado na relação saúde financeira x saúde física. Isso porque você passa a fazer escolhas inteligente ao usar o seu dinheiro.

Portanto, não extrapolar gastos, evitar o parcelamento de compras e seguir o planejamento rigorosamente são passos fundamentais.

7. Aperfeiçoe suas habilidades profissionais

Nossa sétima dica para melhorar a sua saúde financeira é investir na sua capacitação profissional. Procure cursos, pós-graduações, treinamentos, congressos, eventos profissionais, dentre outras diversas possibilidades que possam incrementar o seu currículo. E assim, otimizar as chances do seu retorno financeiro mensal.

O mercado procura profissionais cada vez mais capacitados e preparados para lidar com as inovações tecnológicas e políticas, por isso investir em você é uma regra. 

Desta forma, fica evidente que a relação saúde financeira x saúde física impactam a sua qualidade de vida. O desenvolvimento de uma educação financeira é indispensável para monitorar os impactos dessa ligação e estruturar condições para preservar a sua saúde física e mental.

Com cuidado, responsabilidade, disciplina e interesse, os impactos dela relação podem trazer benefícios interessantes para a sua evolução física, social e subjetiva.

 

E aí, gostou, conseguiu entender como a relação saúde financeira x saúde física impactam a sua qualidade de vida? Se ainda tiver alguma dúvida, deixe aqui pra gente nos comentários. Um de nossos especialistas poderá explicar a questão pra você!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Confira outros artigos que você pode se interessar