saúde financeira ruim

Saúde financeira ruim? Conheça os 10 piores hábitos e como evitá-los

O dinheiro, sinônimo de progresso para a maioria das pessoas, pode facilmente se transformar em problemas muito rapidamente, caso não seja bem gerido. E isso é muito mais comum do que podemos imaginar, principalmente para quem ainda não conhece os piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim.

Se você nunca passou por algo parecido ou se vem passando e fica se perguntando como isso é possível, te daremos a resposta. Simples: o dinheiro vira sinônimo de problema quando as consequências dos piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim começam a aparecer.

Esses hábitos estão em pequenos detalhes do dia a dia e são, basicamente, os seguintes:

  • Gastar mais do que ganha;
  • Não pesquisar preços;
  • Não priorizar os gastos fixos; 
  • Se importar demais com aparência;
  • Não checar valores de cestas e anuidades;
  • Não ter uma reserva de emergência;
  • Dificuldade em dizer “não”;
  • Fazer muitas compras parceladas no cartão;
  • Não utilizar cupons e milhas;
  • Não ter um método de controle financeiro.

Identificou-se com algum? Antes de qualquer coisa, é importante prestar bastante atenção no relacionamento que você tem com o pilar financeiro da sua vida no dia a dia e começar a organizar as suas contas e gastos cotidianos.

Muitas vezes, as pessoas praticam um ou mais desses hábitos e não se dão conta de que estão fazendo mal para si mesmas. E principalmente, que as consequências desses descuidos podem prejudicar a vida pessoal e profissional de quem os mantém.

Por isso é tão importante identificar, o mais rápido possível, quais desses 10 péssimos hábitos estão impedindo ou atrasando o sucesso, como eles funcionam e como mudá-los

Achou complicado? Então continue a leitura desse post, pois juntos vamos entender melhor como cada um desses hábitos funcionam e como mudá-los imediatamente. Ao final, ainda falaremos sobre a importância do bem-estar financeiro, você não pode perder!

A importância da educação financeira

Para entendermos a níveis mais profundos a seriedade desses hábitos nocivos à saúde financeira, é essencial que tenhamos muito claro como a educação financeira é importante.

No Brasil, a educação financeira não faz parte do plano de ensino da escola básica e muito menos da graduação. Até mesmo em cursos voltados para a área financeira, essa disciplina não é aplicada ou não é levada tão a sério quanto deveria.

Mas, afinal, o que é educação financeira? 

Educação financeira orienta as pessoas a organizarem e a administrarem o seu próprio dinheiro. 

Controlar gastos, diminuir despesas, economizar e investir são atitudes que fazem parte de um conjunto de ações que garantem o bem-estar e que só a educação financeira é capaz de ensinar.

É importante ressaltar também que a educação financeira não é importante apenas para pessoas físicas que, controlando bem as finanças, passam a ter uma saúde financeira próspera e confortável. 

Para as pessoas jurídicas, ou seja, as empresas, essa noção de administração financeira também é essencial para o mantimento e o crescimento do negócio. 

Contudo, não é à toa que em nosso país o estresse financeiro seja tão comum, já que hábitos péssimos em relação ao dinheiro são comuns no dia a dia das pessoas. 

10 piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim

Agora, vamos analisar questões totalmente contrárias as quais a educação financeira pode ensinar e que são muito comuns no dia a dia das pessoas: os 10 piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim. 

Dica: se a sua intenção é alcançar 100% do bem-estar financeiro, reflita sobre cada um dos hábitos listados abaixo e tente identificar quais fazem parte da sua rotina. 

Em cada tópico, terá uma dica de como reverter o hábito ruim em questão. Anote seus principais insights e garanta uma vida financeira saudável daqui para frente.

1. Gastar mais do que ganha

Não tinha como não ser esse o primeiro hábito ruim a ser citado. A conta é simples: ao gastar mais do que se ganha, o resultado é abaixo de zero, negativo

Não dá para contar com um milagre no final do mês. E muitas vezes é isso que acontece: gasta-se além do orçamento sem refletir sobre os problemas futuros que essa atitude pode causar.

Por isso é tão importante ter na ponta do lápis todos os valores que entram em sua conta. Se o salário é um valor fixo, fica ainda mais fácil. 

Agora, se você é autônomo e esse valor varia, é importante fazer o caminho inverso: ter na ponta do lápis quais são os gastos fixos. Espere alcançar esse valor durante o mês antes de gastar com qualquer outra coisa que não seja urgente.

Cartão de crédito, boleto e carnê são as principais formas de pagamento que possibilitam que isso aconteça. Por isso, se você precisa parar de gastar mais do que ganha, comece optando apenas pelo pagamento em dinheiro ou em cartão de débito. 

Ao ver em tempo real o dinheiro saindo do bolso ou da conta, rapidamente desaparecerá a falsa sensação de que você está gastando pouco. Planejamento é a palavra chave para não gastar mais do que ganha e manter as contas em dia.

2. Não pesquisar preços

Pesquisar preços é um hábito essencial para se fazer compras mais inteligentes. O motivo? Tão simples quanto esse: comprar produtos e serviços mais baratos.

E, para melhorar, hoje em dia não é mais necessário “bater perna” de loja em loja, perguntando os preços e anotando em um caderninho para compará-los depois. 

Sites como o Buscapé fazem isso por você. Basta entrar no site, digitar o nome do produto que você está interessado em comprar e, pronto, a mágica está feita. Ele te apresenta os valores daquele produto nas principais lojas.

Então, sempre que estiver com a intenção de comprar algo, não pague o primeiro preço que aparecer. Pesquise valores em outras lojas e selecione o mais barato. Não levará tanto tempo assim e você pode economizar muito dinheiro. 

3. Não priorizar os gastos fixos

Não priorizar também é um péssimo hábito financeiro que pode levar ao descontrole total das finanças. Mas priorizar o que? O consumo. 

Muitas vezes, com tantas propagandas o tempo todo buscando a atenção do público, fica difícil resistir e deixar de comprar produtos e serviços que nos prometem prazer e felicidade.

Porém, a soma desses gastos no final do mês pode não trazer tanto prazer e felicidade assim e, por isso, priorizar o consumo é tão importante.

A dica aqui é: priorize, antes de qualquer coisa, seus gastos fixos, necessários para a sua sobrevivência e bem-estar no dia a dia. Essa é a priorização principal.

Agora, para os gastos extras, faça o seguinte: liste em ordem de importância o que você gosta de consumir, por exemplo: moda, lazer e alimentação. 

Então, separe uma verba fixa por mês para cada um desses consumos extras. Assim, você garante que não passará dos limites ao não resistir a tentações.

4. Se importar demais com aparência

Muitas vezes, acabamos nos importando muito mais com a aparência do que com o custo benefício de um produto ou serviço que compramos, não é mesmo? O problema é que essa é uma das principais ciladas para uma vida financeira controlada e saudável. 

Por isso, desapegue da vaidade e foque no que é melhor para o seu bolso. Escolha sempre produtos e serviços que compensam pelo custo benefício e não pelo impacto que a aparência pode causar em outras pessoas. 

Não se esqueça que, no final do dia, quem terá que lidar com os problemas financeiros será você e sua família. Sendo que, ao focar apenas no que realmente importa, o conforto e a segurança estarão sempre garantidos.

5. Não checar valores de cestas e anuidades

Cestas e anuidades são taxas cobradas pelas instituições financeiras para o uso da conta- corrente e do cartão de crédito, respectivamente. 

O problema é que, muitas vezes, nem sabemos que essas taxas estão sendo cobradas ou até sabemos, mas não nos atentamos aos valores, que podem ser bem altos. A questão é: a soma dessas taxas no final do ano resulta em um valor considerável. 

Porém, negociar esses valores é totalmente possível. E deveria ser mais comum. Por isso, cheque os valores dessas taxas no seu extrato e na fatura do seu cartão de crédito e, em seguida, negocie com o seu banco a diminuição ou isenção desses valores.

6. Não ter uma reserva de emergência

Quando uma emergência financeira acontece e não se tem o dinheiro necessário para supri-la, a saída mais comum é: pedir um empréstimo. O problema é que empréstimos sempre comprometem uma boa quantia do orçamento e contam com juros exorbitantes.

Em algumas ocasiões, o valor total das parcelas de um empréstimo podem ser até o triplo do valor emprestado. Ou seja, você recebeu o dinheiro inteiro quando precisou e, depois, pagou em parcelas, e isso realmente parece interessante. Mas, no final das contas, a quantidade de dinheiro perdido é tão grande, que ter uma reserva de emergência é muito mais interessante.

É por isso não ter uma reserva de emergência também é um dos piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim. 

7. Dificuldade em dizer “não”

Quem nunca teve um parente ou um amigo que pediu emprestado o cartão de crédito para fazer uma compra, porque o dele já estava com o limite estourado? Essa é uma situação mais comum do que podemos imaginar!

E em situações como essa, saber dizer “não” é essencial para que não se perca o controle dos gastos. 

Emprestar dinheiro, cartão de crédito e até mesmo cheques para pessoas que já estão com problemas financeiros com certeza também te trará problemas financeiros e dores de cabeça desnecessárias.

8. Não utilizar cupons e milhas

Diversos cadastros que são feitos em lojas e sites disponibilizam cupons ou milhas para descontos em próximas compras. Porém, muitas vezes, não prestamos atenção nisso e acabamos não utilizando os benefícios. 

Por isso, a dica é: preste sempre atenção nos cupons e milhas que seus cadastros e até mesmo suas compras do dia a dia te oferecem. 

Muitas vezes, a bonificação pode estar tão acumulada, que suas compras podem sair por valores muito mais baixos do que sairiam sem a utilização do cupom ou milha.

9. Ter muitas compras parceladas no cartão de crédito

Parcelar no cartão de crédito pode ser uma ótima opção na hora da compra, já que o valor a ser pago mensalmente é menor, obviamente, do que pagar tudo de uma vez, à vista.

Porém, aqui também pode ocorrer uma grande cilada: a soma das parcelas de muitas compras pode ser muito alta no final do mês. Ou seja, todos aqueles pequenos valores atraentes somados podem comprometer todo o orçamento do mês, ou até mais.

Por isso, fique atento às suas compras parceladas. Não se esqueça também que, na maioria das vezes, o desconto da compra à vista é  muito atraente e compensa muito mais no final das contas.

10. Não ter um método de controle financeiro

Não controlar, nem que minimamente, a vida financeira é o hábito que acaba envolvendo absolutamente todos os outros. Porque apenas com um método de controle financeiro estruturado é possível ter a visão geral do que está acontecendo com o seu dinheiro. 

Por isso essa dica realmente é a cereja do bolo: busque o método de controle financeiro que mais faz sentido para o seu estilo de vida e comece a utilizá-lo agora mesmo. 

No Youtube, existem diversos canais de especialistas, como o Me Poupe da Nathalia Arcuri, que ensinam como utilizar os métodos e dão dicas específicas para cada tipo de consumidor. Veja um exemplo:

>> Atualmente, muito se fala de inovação em empresas dos mais diversos setores do mercado. Saiba o que caracteriza uma empresa inovadora de fato e transforme o seu negócio imediatamente. <<

A importância de alcançar o bem-estar financeiro

Ser um bom administrador do seu próprio dinheiro é o primeiro passo para garantir o bem-estar financeiro seu e da sua família. Por isso, a mudança de hábitos é essencial para que essa administração seja possível, clara e precisa. 

Sobre essa relação entre mudança de hábitos e bem-estar, Rebeca Toyama, especialista e fundadora da RTDHO (RT Desenvolvimento Humano e Organizacional), afirma:

Para melhorar de vida precisamos procurar ajuda e perder o medo de encarar as finanças. Começar com pequenos hábitos e fazer suas escolhas a partir da sua realidade, faz muita diferença. E lembre-se, a nosso balanço patrimonial é um reflexo de nossa história de vida, e você pode mudar algumas coisas para impactar positivamente no seu patrimônio daqui para frente, afinal já sabemos que imprevistos acontecem”.

Além de evitar dívidas e perdas, o bem-estar financeiro também garante que a sua saúde física e mental não seja comprometida. Isso porque a preocupação constante com as finanças pode causar graves doenças, como hipertensão, depressão, ansiedade, distúrbios do sono e alimentares, entre diversas outras.

Por isso, não deixe para amanhã essa reflexão sobre mudança de hábitos. Não só seus bens materiais podem estar em risco, mas a sua saúde física e mental também. 

Cuidar do dinheiro da maneira correta também significa garantir o bem-estar nos mais diversos níveis. E então, gostou de conhecer os piores hábitos de quem tem uma saúde financeira ruim? 

 

Se sim, não deixe de compartilhar com seus amigos nas redes sociais, contando os seus principais insights e comece a mudança na sua vida agora mesmo!

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