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Presenteísmo: um vilão silencioso no ambiente de trabalho
Cultura da Empresa

Presenteísmo: um vilão silencioso no ambiente de trabalho

Podemos resumir o presenteísmo nas ocasiões em que o colaborador está presente, mas falta-lhe disposição para encarar os desafios da sua rotina e se destacar no trabalho. Isso prejudica o crescimento da empresa e também do profissional.

 

O absenteísmo é um velho conhecido dos gestores e profissionais do RH, traduzido na ausência injustificada dos profissionais em suas rotinas de trabalho. Só que esse problema mascara um vilão silencioso nos corredores corporativos: o presenteísmo.

Afinal de contas, enquanto a falta de um profissional escancara um problema (talvez, a desmotivação do colaborador), o presenteísmo age furtivamente no clima organizacional da empresa.

E, para que você entenda os impactos dele no ambiente de trabalho e aprenda a identificá-lo rapidamente, preparamos este post!

Confira, e acompanhe-nos neste completo guia para você aprender sobre o presenteísmo e compreender o que o RH pode fazer para evitar — ou minimizar — esse problema!

 

O que é o presenteísmo?

Já se encontrou em uma situação em que o corpo estava presente, mas faltava concentração ou motivação para manter a mente focada?

Pois é exatamente isso que torna o presenteísmo tão preocupante no ambiente de trabalho. Podemos resumi-lo nas ocasiões em que o colaborador está presente, mas falta-lhe disposição para encarar os desafios da sua rotina e se destacar no trabalho.

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Qual é a diferença entre presenteísmo e absenteísmo?

As diferenças entre ambos os conceitos é bastante explícita: o absenteísmo destaca a ausência física de um profissional no seu dia de trabalho.

São as faltas sem justificativa e sequenciais, que expõem a insatisfação de um colaborador. Mas, também, podem ser as faltas em decorrência de um problema de saúde ou problemas particulares, entre outros.

O ponto é que, ao comparar com o presenteísmo, a diferença é gritante. Afinal, temos o profissional na sua de trabalho, mas com pouca força mental. Isso dificulta o cumprimento de responsabilidades, o alcance de metas e a superação dos resultados anteriores.

Portanto, o absenteísmo é um problema que, muitas vezes, foge ao controle do colaborador e do RH em resolvê-lo, consequentemente.

Já o presenteísmo está mais ligado à insatisfação em si do profissional. E, como se sabe, pessoas improdutivas agregam diversos malefícios para a rotina de uma empresa.

 

Quais são os fatores de risco para o presenteísmo?

Uma série de situações pode estimular a presença do presenteísmo na rotina da empresa. Entre os principais, destacamos os seguintes:

  • insatisfação (individual ou coletiva);
  • pessimismo;
  • desânimo;
  • estresse;
  • baixas oportunidades de crescimento profissional;
  • conflitos internos.

Quando a empresa presta pouca atenção aos resultados de cada setor — e também os de cada colaborador — fica difícil avaliar o presenteísmo.

Isso pode fazer com que ele seja continuamente confundido com outros problemas que vão gerar mais custos e tempo de dedicação para resolvê-los, quando são meros sintomas de um problema maior.

 

E os efeitos do presenteísmo na empresa?

Se uma equipe produz demais, mas com resultados baixos, o presenteísmo pode estar presente na forma da pressa. Quer dizer: falta de atenção e o “piloto automático” ligado, prejudicando o nível de excelência entregue pela empresa.

Outro sintoma é a falta de engajamento do colaborador. Isso evita que o empreendimento assuma a rédea para a direção desejada de desenvolvimento.

Não à toa, o presenteísmo está diretamente relacionado com a produtividade de um negócio. Quanto maior esse índice, mais baixos serão os resultados obtidos.

Vale destacar também que o presenteísmo é um mal que atinge não só o indivíduo, mas o coletivo. Por exemplo: uma equipe que vai sendo contaminada pela desmotivação de alguém.

Como se sabe, a falta de motivação no trabalho é contagiante. O que uma pessoa deixa de produzir acumula para a outra e assim, sucessivamente, se converte em um quadro crônico de baixa produtividade.

Outros efeitos que prejudicam a empresa e o bem-estar coletivo dos seus recursos humanos:

  • mal uso do investimento da empresa, que vai manter uma folha salarial cara, com poucos resultados;
  • desgaste físico e mental de outros colaboradores que não foram afetados — ainda — pelo presenteísmo de outras pessoas;
  • alta rotatividade dentro da organização, tendo em vista que isso gera mais custos e pode não resolver, necessariamente, a causa principal para o presenteísmo crônico.

Por isso, uma das grandes preocupações do RH, nesse sentido, consiste em reconhecer rapidamente os problemas que estejam causando o presenteísmo.

Quer saber como fazer isso? A seguir vamos explorar algumas ideias muito eficazes!

 

Como identificar o presenteísmo na organização?

Identificar, prevenir e remediar o presenteísmo são ações complementares e que proporcionam um tempo de resposta rápido do RH.

Como resultado, os malefícios acima listados são minimizados, devolvendo a empresa para o rumo de crescimento esperado. Confira nossas sugestões para identificar esse problema:

  • os colaboradores têm mais pressa em ir embora do que na realização das suas tarefas;
  • o rendimento da equipe está muito aquém ao planejado;
  • a queda de produtividade é significativamente sentida;
  • o trabalho começa a acumular, deixando o gestor (mesmo aqueles cheios de ideias inovadoras com poucas opções para recuperar o atraso;
  • o clima organizacional é prejudicado;
  • as reuniões são improdutivas;
  • ocorre muita dispersão entre os membros da equipe.

 

Como prevenir o presenteísmo?

Nossas sugestões consistem em desenvolver o bem-estar coletivo e estimular os objetivos (pessoais e profissionais de cada colaborador.

Por exemplo: uma avaliação do sistema de benefícios praticado na empresa pode revelar que os colaboradores não estão satisfeitos com o atual modelo.

Um bom sistema de avaliações (e um forte plano de carreira) também ajuda a espantar o presenteísmo. Afinal, ele gera mais motivação a partir do esclarecimento do que a empresa espera de cada colaborador.

Sem falar que eles aprendem como melhorar continuamente e, assim, gerar resultados positivos para a empresa e significativos para o seu crescimento interno.

Por fim, o investimento na qualidade de vida dos colaboradores pode ser uma boa estratégia. Treinamentos, capacitações e eventos de integração são pontuais, mas ajudam a construir um clima organizacional imbatível, e reforçado pelos objetivos em comuns de toda a equipe.

Ou seja: o marketing interno é uma valiosa ferramenta nesse processo. Convém avaliar as melhores alternativas nesse sentido para engajar os colaboradores.

 

Deu para entender, agora, o que é e como o presenteísmo impede uma empresa de evoluir no seu segmento de atuação?

Você já passou por uma situação dessas na sua empresa? Está tendo dificuldades para solucionar o problema? Compartilhe as suas experiências conosco, no campo de comentários deste post, e vamos ampliar a discussão para gerar novas ideias e acabar com o presenteísmo de vez dentro do seu dia a dia profissional!

 

 

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