Por que as empresas quebram

Por que as empresas quebram? Confira o que fazer para evitar a falência

Você entende por que as empresas quebram? Para um negócio prosperar e se manter competitivo e com credibilidade no mercado, não basta somente saber quais as melhores decisões a serem tomadas.

É fundamental conhecer também quais ações e atitudes devem ser evitadas e como não cometer esses erros. Seja você um empreendedor experiente, iniciante ou que ainda vai abrir um negócio.

Não importa quantos anos de atuação o seu empreendimento tem, entender bem porquê as empresas quebram é parte essencial do conhecimento que todo gestor precisa ter para manter uma empresa firme no mercado.

Afinal, não são apenas as boas ações da concorrência que precisam ser estudadas. O que acontece de ruim no mercado é um ótimo aprendizado sobre o que não fazer com o seu negócio e assim mantê-lo sempre em crescimento e com lucro constante.

E, acredite, há um comportamento recorrente e padrão que levam às empresas a falência. Portanto, conhecê-lo é essencial para não cometer erros e ter uma trajetória de sucesso.

Aqui nesse artigo você vai ver:

  • O que significa “quebrar” uma empresa;
  • Diferença entre fechar as portas e falir;
  • Estatísticas do mercado sobre a sobrevivência das empresas;
  • Porquê as empresas quebram precocemente;
  • Comportamento padrão que leva à falência;
  • Dificuldades enfrentadas pelas empresas no primeiro ano de atividade;
  • Como acontece o processo de falência de uma empresa;
  • Quais são os principais motivos que levam uma empresa a falir;
  • Fatores que empresários consideram úteis para evitar o fechamento do negócio;
  • O que fazer para não falir uma empresa;
  • Características essenciais para todo empreendedor.

Portanto, a partir de agora, concentre toda a sua atenção nas informações que vai ler a seguir. E certifique-se de compreender todas as nossas dicas do que fazer e não fazer no seu negócio. Confira!

O que significa “quebrar” uma empresa?

Para falar sobre dificuldades financeiras, falência e entender por que as empresas quebram, é importante compreender que fechar as portas e quebrar uma empresa são situações bem distintas, até mesmo do ponto de vista jurídico.

Uma empresa fecha pelos mais variados motivos. Mas, quando está relacionado à dificuldade financeira, é uma escolha que o empresário faz para antecipar o inevitável, que é a falência.

Normalmente, a decisão ocorre após as análises e projeções indicarem que a companhia não conseguirá alcançar o seu equilíbrio financeiro nos próximos meses. 

Ou seja, quando o estudo interno da sua situação financeira indicar que a receita das vendas não será suficiente para arcar com os custos e as despesas de funcionamento.

Esse é o cenário que mostra para a gestão que o negócio deixou de ser rentável. E que, então, uma decisão precisa ser tomada: fechar as portas ou continuar operando para tentar reverter a situação?

Falamos que uma empresa quebra, quando o seu dono decide pela segunda opção, mas não alcança o resultado almejado. 

Ou seja, mesmo percebendo que a sua empresa não é mais rentável e com projeções apontando que a recuperação nos meses mais próximos é inviável, ele insiste em continuar operando e não consegue sair do vermelho.

As dívidas, portanto, vão se acumulando, criando uma bola de neve que aumenta até um ponto que se torna insustentável. Nesse momento a empresa quebra e pede falência, ocasionado  a insolvência do empresário, que perde a posse da sua companhia.

Confira também:

Erros de gestão financeira: quais são e como afetam o seu negócio? 

Perda de receita financeira: conheça as causas

Por que as empresas quebram precocemente?

No Brasil, milhares de novas empresas surgem a cada ano, mas o cenário não é nada promissor para muitas delas. O estudo da Demografia das Empresas, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2005, concluiu que, no Brasil, 22,8% dos negócios não sobrevivem ao primeiro ano de funcionamento e 52,5% quebram antes de completar cinco anos.

Esses índices mostram que os negócios quebram antes mesmo de alcançarem maturidade no mercado. Mas por que será que isso acontece?

Em 2016, dados mostrados pela Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e SPC Brasil, apontaram que a quantidade de empresas que encerraram o ano inadimplentes cresceu 5,01%, no Brasil. E esse aumento chegou a ser de 3,37% no número de dívidas em atraso.

Um balanço negativo que precisa ser avaliado pelos empreendedores que desejam permanecer no mercado por um longo período. Pois, revela a dificuldade de arcar com compromissos financeiros, um dos principais motivos que levam empresas a fecharem as portas.

Por que as empresas quebram no primeiro ano de funcionamento?

Também em 2016, uma pesquisa sobre a sobrevivência das empresas, realizada pelo Sebrae, revelou as principais dificuldades enfrentadas pelas empresas no primeiro ano de atividade: falta de clientes (16%), falta de capital (16%), falta de conhecimento (12%), mão de obra (10%), imposto/ tributos (10%), inadimplência (6%), concorrência (4%) e burocracia (4%).

Ou seja, ao iniciar um negócio, muitos empresários esquecem de buscar informações importantes, como: pesquisa de mercado, identificação do público, seleção de fornecedores, estudo dos concorrentes. 

E, assim, deixam de realizar um planejamento estratégico para a empresa, ficando sem direcionamento sobre as metas e, principalmente, sobre o que fazer diante de algum imprevisto que aparecer pelo caminho. 

Então, vários sintomas são comuns em empresas que encerram as suas atividades de maneira precoce. E, apesar de já bem conhecidos, se repetem a cada ano. 

Veja alguns motivos que levam uma companhia a crise:

  • Ausência de plano de negócio;
  • Falta de planejamento estratégico;
  • Falta de capital de giro, diretamente ligado à má gestão financeira;
  • Alta carga tributária;
  • Falta de clientes;
  • Concorrência;
  • Baixos lucros;
  • Desconhecimento generalizado sobre o mercado e o perfil de cliente;
  • Inadimplência dos clientes;
  • Autossuficiência enganosa dos empresários;
  • Divergência entre sócios.

Isso nos faz pensar que apenas se esforçar para manter o caixa no azul não é suficiente para a sobrevivência de um negócio. Ao avaliar por que as empresas quebram, percebe-se que há muito mais a se preocupar.

Como acontece o processo de falência de uma empresa?

A insolvência de um negócio acontece no momento que os ativos da empresa não são mais suficientes para quitar as suas dívidas. Quando chega nesse ponto, a declaração de falência pode ser a decisão mais sábia, porém difícil, de ser tomada.

Após assumir falência, a empresa é colocada em situação de jurídico-falimentar. Isso significa o afastamento do dirigente da administração da companhia e seus bens deixam de estar sob a sua autoridade, ficando à disposição da justiça para sanar as dívidas da companhia.

O empresário é substituído por um administrador judicial, nomeado pelo juiz que acompanha o processo. E perde o direito de executar as suas atividades, até que as pendências tenham sido solucionadas.

Então, o processo de falência é de ordem judicial, que induz a apuração e venda de todos os bens da empresa falida, que não tem mais condição de arcar com as suas despesas. Dessa forma, eles ficam à disposição para que seja realizado o pagamento em favor de seus credores. 

Quais são as consequências da falência?

Além dos processos que já citamos, antes de declarar falência a empresa, o empresário ou os sócios, quando for mais de um dono, devem observar as consequências desse ato, como: 

  • A extinção da pessoa jurídica da sociedade empresária;
  • Inabilidade empresarialmente do devedor, empresário ou sociedade empresária e também os sócios;
  • Atos administrativos praticados posteriormente à declaração de falência tornam-se passíveis de nulidade.

Ao falido, também são impostas algumas restrições: 

  • Inabilitação para exercer qualquer atividade empresarial a partir do pedido de falência e até o prazo da sentença;
  • Perda do direito de administrar seus bens, sendo proibido desfazer-se deles ou usá-los como garantia sem prévia autorização judicial.

Quais são os principais motivos que levam uma empresa a falir?

Você já deve ter entendido que alguns pontos são bem comuns aos negócios que sofrem falência. A seguir, separamos esses principais fatores que levam uma empresa à falência e vamos explicar como eles influenciam no fracasso de um negócio. Confira!

Má gestão financeira

Falta de capital de giro, baixo lucro e dificuldade financeira são problemas relacionados à má gestão das finanças. Que é, talvez, a principal causa da falência de empresas brasileiras. Afinal, que negócio consegue sobreviver sem capital?

Quando há uma falta de controle e planejamento das contas a serem pagas, sem que perceba a empresa está com dívidas com funcionários, fornecedores e terceiros.

A má gestão inclui práticas como:

  • Misturar finanças da empresa com as pessoais;
  • Erro na definição do preço de venda;
  • Captação de empréstimo sem planejamento;
  • Descontrole do fluxo de caixa;
  • Ausência de registro e de análise das receitas e despesas.

A boa gestão financeira não serve apenas para manter as contas em dia. É um alicerce essencial para a vida de qualquer negócio.

Veja mais:

Gestão de Riscos Financeiros: o que é, como estruturá-la?

10 erros de gestão financeira que podem fechar sua empresa

Falta de planejamento

Ter um bom planejamento é essencial antes mesmo de abrir uma empresa e isso inclui elaborar um plano de negócio para que a organização possa seguir durante o seu percurso no mercado.

A falta de metas definidas, de controle e de orientação são erros comuns que podem levar à falência.

Questões simples como localização, enfrentamento da concorrência e pagamento de impostos podem se tornar uma grande dor de cabeça quando não há previsão dos fatos e nem planejamento.

E equívocos amadores como esses são mais frequentes do que se imagina na realidade do empreendedorismo no Brasil.

Portanto, o planejamento deve ocorrer antes e durante, com revisão e atualização constantes.

Empréstimos constantes

A dificuldade em pegar empréstimos pode ser um obstáculo para os empresários que precisam se reerguer. Porém, pode ser um pesadelo quando a empresa recorre a esta alternativa sem planejamento. 

Taxas e juros dos bancos podem ser grandes vilões e, por isso, devem ser muito bem avaliados antes da tomada de decisão.

Decisões precipitadas

Cada decisão deve ser muito pensada, analisada, estudada e planejada. Mesmo negócios já bem estabelecidos precisam trilhar esse caminho antes de tomar decisões. O impulso pode provocar graves consequências negativas para um empreendimento.

Mercado ignorado

Seu produto tem mercado? Resolve algum problema que o mercado tem? Às vezes, a ideia é, aparentemente, brilhante, com ótima tecnologia por trás, mas a solução não atende às necessidades dos consumidores.

Portanto, produtos e serviços devem ser pensados de acordo com a necessidade do mercado, sendo útil ao público-alvo.

Resistência à mudança

Gestores resistentes à mudança estão fadados ao fracasso. Um bom empreendedor precisa compreender que, às vezes, é necessário mudar os seus produtos ou modo de operar, se adaptando a novas realidades para continuar seguindo em frente.

Falta de capital de giro

Tempo e dinheiro não são recursos infinitos. Portanto, é fundamental saber usá-los com sabedoria. 

Ter um fundo de emergência e um planejamento para o uso desse recurso é fundamental para que uma empresa consiga sobreviver a uma crise e não feche as portas precocemente. 

Equipe negligenciada

É praticamente impossível apenas uma pessoa dar conta de tantas obrigações e responsabilidades sozinha. Para um negócio crescer e prosperar de forma saudável, pode ser necessário ter uma equipe que agregue conhecimento e prática em diversas áreas.

Lembre-se sempre: delegar tarefas é uma das características mais importantes de um bom líder.

Precificação equivocada

Por último, mas não menos importante, saber dar preço aos serviços e produtos é uma arte. É um fator crucial que vai ditar o ritmo do seu negócio. 

Altos preços podem espantar a clientela, ao mesmo tempo que valores muito baixos podem desvalorizar o negócio. Precificar, portanto, é também uma ferramenta de marketing, mas deve ser muito bem pensada para dar vida ao negócio.

Diferenciais das empresas que conseguem sobreviver por muitos anos

O controle financeiro e o planejamento são, sem dúvida, os principais fatores que ajudam as empresas a se manterem no mercado.

Entretanto, isso é o básico. E para se manter competitivo é preciso ter alguns diferenciais, ou seja, ações e produtos que a sua empresa oferece e que sejam capazes de atrair e satisfazer os clientes.

Portanto, a inovação deve estar no topo da lista de diferenciais competitivos de uma companhia. E, se ainda não foi possível alcançá-la, esta deve ser uma busca constante.

Mas observe que, como inovação, não falamos apenas sobre o conceito ligado à tecnologia. Mas sim como um objetivo de fortalecimento da marca e que ela ofereça ao mercado o que ele realmente busca e de uma forma como ninguém ainda fez.  

Confira três exemplos:

  • Diferencial competitivo pelo design: logotipo, embalagens diferenciadas, itens colecionáveis. A experiência do consumo é muito importante para chamar a atenção dos clientes e fidelizar o mercado.
  • Diferencial competitivo por meio de processos: você pode achar que não, mas processos internos, como produção, distribuição e logística são fatores que chegam sim ao consumidor. Por mais que eles não tenham acesso ao processo, o resultado final é sentido por ele. E pode ser uma experiência boa ou ruim, tudo vai depender da capacidade de integração e otimização da cadeia produtiva do seu negócio.
  • Diferencial competitivo por meio do relacionamento com o cliente: satisfazer o consumidor é oferecer mais do que ele espera. Para esse desafio, um sistema de CRM eficiente pode ajudar na estratégia de relacionamento da sua empresa. Lembre-se que um cliente satisfeito permanece fiel por mais tempo, fala favoravelmente da sua marca e adquire os lançamentos.

O que fazer para não falir uma empresa?

Em uma pesquisa realizada em 2016, o Sebrae questionou às empresas que encerraram as suas atividades o que teria sido útil para evitar o fechamento do negócio. 

A maioria respondeu (52%) que ter menos impostos e encargos apoiaria, 28% disseram que ter mais clientes ajudaria a manter o negócio, 21% citaram o acesso ao crédito com mais facilidade e 18% um melhor planejamento do negócio.

Essas respostas somadas aos fatores que levam uma empresa à falência, que vimos anteriormente, nos faz chegar à conclusão de que algumas más escolhas e comportamentos realmente são recorrentes em empresas que chegam à falência. 

Como, por exemplo, a falta de planejamento e a queda no número de clientes.

Então, agora que você já sabe por que as empresas quebram e o que não fazer, veja a seguir algumas dicas para aplicar ao seu negócio e evitar graves crises que possam falir a sua empresa.

Veja mais: Guia completo: como aumentar o lucro da empresa

1. Estude e se atualize constantemente

Todo empreendedor precisa estar constantemente atento às oportunidades. O mercado é dinâmico e sofre mudanças contínuas. Portanto, é um erro achar que já se sabe o suficiente e parar de se atualizar.

Por isso, é fundamental estudar as tendências de mercado, ficar por dentro das novas tecnologias, acompanhar a movimentação da economia e aplicar a teoria à prática na gestão. 

2. Observe o mercado

Vai investir em nova coleção ou novo produto? Fique de olho no mercado para saber se está tomando a decisão correta.

Estude a concorrência, escolha o melhor canal para fazer o marketing, analise a situação econômica da região e faça bons acordos com fornecedores. Tudo isso deve ser feito ainda antes do lançamento do seu produto ou empreendimento.

3. Tenha um bom controle financeiro

Esse é, talvez, o fator mais importante na lista do que fazer para sua empresa não quebrar. O controle financeiro é imprescindível para qualquer empresa que deseja obter sucesso e se manter por anos no mercado.

Veja bem: recuperar-se de uma instabilidade tendo um bom planejamento financeiro já é uma tarefa complicada, mas sair do sufoco sem ter qualquer controle das finanças é algo praticamente impossível.

Assim dá para entender como realmente é importante registrar tudo que entra e sai do caixa e, principalmente, utilizar esse controle de forma estratégica para planejar de forma sólida o futuro da empresa.

Manter a saúde do caixa da empresa é o ponto chave para não fechar as portas.

4. Conte com ajuda de profissionais

Fazer o controle financeiro é uma dificuldade? Tudo bem, você não precisa ser bom em tudo. Mas isso não significa que deva deixar o controle do caixa de lado.

Um contador pode ser a ajuda que sua empresa precisa para manter as finanças em dia, deixando de lado a possibilidade de correr riscos desnecessários. E, principalmente, melhorar a gestão financeira, fiscal e tributária.

5. Assuma a sua responsabilidade

Por mais que você tenha grandes profissionais ao seu lado, a empresa continua sendo sua e a responsabilidade também. Grandes líderes sabem delegar funções, mas têm consciência de que algumas decisões cabem somente a ele, como gestor.

6. Corte o que for necessário

A economia às vezes mora nos detalhes. Por isso, não deixe de observar, constantemente, os ralos financeiros da empresa, por onde o dinheiro escorre.  Quase sempre é possível fazer algum corte e economizar.

7. Planeje, ajuste e volte a planejar

Abrir ou fechar a empresa, expandir a atuação, sair do vermelho. Para qualquer passo é importante ter um planejamento. E, se necessário, um replanejamento. 

8. Questione sua veia empreendedora

Esse é um fator que também é muito importante. Infelizmente, nem todo mundo possui uma veia empreendedora e isso pode afetar muito o negócio.

Empreendedores precisam ter características bem definidas, como: autoconfiança, coragem perseverança, proatividade, liderança e resiliência.  A falta desse perfil pode colocar todo o negócio em perigo.

Veja mais: Por que a resiliência financeira de sua equipe é mais importante do que nunca?

9. Reflita e aprenda com os erros

Não tenha medo e nem vergonha. Errou? Identifique o que fez de errado e faça novamente do jeito correto. Erros também servem para nos fazer aprender e crescer.

Então, aprendemos por que as empresas quebram?

Em cenários de crise generalizada, não é raro que os negócios sintam o cofre esvaziar, as receitas diminuírem e as dívidas acumularem, temendo a falência.

Mas isso não precisa acontecer com você. No decorrer desse artigo abordamos a mortalidade precoce de empresas no Brasil. Apresentamos as principais razões para esse cenário continuar sendo preocupante e também falamos de soluções.

Como dissemos no início, existe um comportamento padrão na gestão de empresas que vão à falência. Muitos erros são considerados bobos, mediante ao estrago que pode causar no negócio e, por isso, acabam sendo negligenciados.

Mas agora, com essas informações você está mais consciente sobre as atitudes que deve ou não tomar na gestão do seu negócio. Já entende melhor por que as empresas quebram e conhece as melhores soluções para colocar em prática. 

E o mais importante, tem maturidade suficiente para atravessar uma crise e desviar de obstáculos inerentes aos seus esforços de manter a empresa nos trilhos. E sabe onde concentrar seus esforços para sobreviver, crescer e prosperar.

Esperamos que o conteúdo tenha sido útil para melhorar a gestão e o planejamento do seu negócio, fazendo-o compreender que ajustes são necessários no meio do caminho e que persistência e proatividade são características fundamentais para qualquer empresário. 

Então, agora que já sabe por que as empresas quebram e como evitar que isso aconteça com a sua, que tal assinar nossa newsletter? 

 

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