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Plano de saúde para funcionários: por que contratar e como escolher?
Benefícios

Plano de saúde para funcionários: por que contratar e como escolher?

Você pensa em oferecer um plano de saúde para os funcionários da sua empresa? Uma pesquisa feita pela Catho, divulgada pelo jornal O Dia, mostra que 74,6% dos brasileiros entendem o convênio médico como um item de motivação para o trabalho.

Mas será que a oferta desse benefício realmente vale a pena? A resposta é sim. Além de ser um dos critérios mais valorizados, a assistência médica se torna um fator essencial para a contratação e a retenção de talentos. Em outras palavras, ele deixa de ser um gasto para se tornar um investimento, já que o retorno obtido a médio e longo prazos realmente compensa.

Para entender melhor esse aspecto, neste post apresentaremos como o plano de saúde para funcionários funcionam, os motivos que justificam sua contratação e como escolher o melhor para a sua empresa.

Acompanhe!

 

Como funciona o plano de saúde para funcionários?

Os convênios médicos empresariais são similares aos voltados para pessoas físicas, mas têm algumas características próprias. Eles são coletivos, ou seja, as condições são oferecidas a todos os colaboradores — e o colaborador pode optar por participar ou não.

Esse é um benefício opcional, já que inexiste qualquer obrigatoriedade, segundo a legislação trabalhista. No entanto, é uma vantagem competitiva na hora de atrair, contratar e reter talentos. Por isso, muitas organizações investem na oferta do plano de saúde.

O convênio médico pode ser oferecido aos colaboradores e a membros de sua família. Sócios, gestores, aposentados, estagiários, trabalhadores temporários e menores aprendizes também podem ter acesso a esse benefício.

O custo varia de acordo com o total de colaboradores e a rede de serviços e hospitais escolhida. Um levantamento feito pela Pequenas Empresas & Grandes Negócios demonstrou que um plano básico para um empreendimento com 20 funcionários custa em torno de R$ 5 mil por mês. A matéria ainda indicou que o custo médio por colaborador corresponde a aproximadamente 11,5% da folha de pagamento.

Além disso, pode haver ou não a chamada coparticipação. Se existir, o colaborador arca com o pagamento de um percentual de todas as consultas, exames e procedimentos realizados. O restante está incluído no plano contratado pela empresa.

Com relação à carência, os prazos são os mesmos dos convênios voltados para pessoas físicas, isto é:

  • 24 horas para casos de urgência e emergência;
  • 300 dias para parto;
  • 24 meses para cobertura de lesões e doenças preexistentes;
  • 180 dias para o restante dos casos.

Um cuidado a ser tomado pelas empresas é referente ao índice de sinistralidade, que demonstra o total gasto pela operadora para cumprir as despesas previstas em contrato. Quando ultrapassa 70% do valor pago pelo cliente, pode haver um reajuste.

 

Por que sua empresa deve contratá-los?

Os motivos que justificam a oferta desse benefício são variados. Confira os principais:

 

Aumento da motivação dos colaboradores

Os planos de saúde para os funcionários impactam diretamente seu sentimento de pertencimento. Eles percebem que a empresa está interessada em seu bem-estar e os valoriza. Por isso, a tendência é que eles aumentem a produtividade e trabalhem focados para retribuir esse benefício.

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Cuidado com a saúde

Os colaboradores ficam mais tranquilos ao saberem que podem cuidar da saúde e têm o suporte da empresa, se precisarem. Com isso, podem focar seu melhor desempenho e direcionar suas ações criativas para oferecer soluções interessantes e inovadoras.

 

Elevação do diferencial competitivo da empresa

A empresa que oferece um bom plano de saúde, que condiz com as necessidades dos seus colaboradores, tem mais chances de atrair, contratar e reter talentos. Esse é um ponto de competitividade, tanto para a admissão de profissionais qualificados quanto para clientes e sociedade.

 

Assistência em situações de acidentes de trabalho

O esforço da empresa sempre é de evitar imprevistos, mas eles podem acontecer. O plano de saúde serve, portanto, para solucionar uma situação de imprevisto e amparar o colaborador no que ele precisar. Esse é mais um ponto positivo, porque evidencia que a organização se preocupa com a qualidade de vida no trabalho.

 

Redução de absenteísmo e afastamentos

Os profissionais que têm planos corporativos fazem mais exames rotineiros e acompanham sua saúde com cuidado. O resultado é que estão mais disponíveis para a empresa e, consequentemente, faltam menos. Eles também se tornam mais produtivos por terem menos preocupações com o futuro.

 

Como escolher o melhor plano de saúde?

A seleção do convênio médico mais adequado depende muito do perfil dos funcionários. O que vale é escolher um que seja atrativo para o contexto em que sua empresa se encontra. Portanto, apenas oferecer um plano é insuficiente. Ele deve ser realmente positivo para a equipe.

Então, o que avaliar? Veja abaixo as dicas que preparamos.

 

Avalie as coberturas e carências

Esses aspectos são especialmente importantes para os colaboradores. O ideal é que a carência seja a que já apresentamos anteriormente, conforme determina o prazo máximo pela Agência Nacional de Saúde (ANS). Porém, é possível conseguir reduzir esse tempo ou até mesmo eliminá-lo.

Quando à cobertura, tenha em mente que é obrigatório oferecer:

  • exames;
  • consultas;
  • tratamentos;
  • laboratórios;
  • hospitais;
  • próteses.

 

Analise a abrangência

Nesse caso, você pode optar por amplitude municipal, estadual, regional ou até nacional. Você pode optar por qualquer modalidade, mas a última oferece mais segurança para os colaboradores. Se sua empresa contar com muitos funcionários externos ou que viajam, essa opção é obrigatória.

 

Considere a coparticipação

Esse é um dos critérios que tornará o plano mais barato ou caro para a organização. A ideia é que o colaborador seja responsável por pagar um percentual específico de cada procedimento realizado, sendo que a porcentagem geralmente é de 20%, 30% ou 50%.

Para a empresa, representa economia na mensalidade. Para o colaborador, um gasto a mais. No entanto, ele tende a se tornar mais consciente no uso do serviço e evitar consultas desnecessárias.

Para o RH, há um processo mais complexo, porque a empresa receberá a fatura de coparticipação e precisará fazer o desconto na folha de pagamento do colaborador. Por isso, é preciso equilibrar os pontos positivos e negativos.

 

Avalie a capacidade da empresa

As organizações geralmente resistem à oferta de um plano de saúde devido ao alto custo, à complexidade e ao longo prazo, já que a empresa está impedida de cancelar o benefício. Perceba que uma futura suspensão prejudica o negócio por desmotivar os colaboradores.

Nesse sentido, o ideal é considerar um convênio médio que caiba no orçamento empresarial. Uma alternativa são os planos compulsórios, que abrangem todos os colaboradores, exceto os que já tiverem uma assistência privada. Essa é uma forma de reduzir o valor pago mensalmente.

 

Por que o perfil do colaborador importa?

Durante todo o planejamento para a escolha do plano de saúde, tenha em mente que o principal aspecto é o perfil dos colaboradores. Ele deve pesar mais que o preço na sua escolha, justamente por ser uma ferramenta de retenção e fidelização de talentos. É dessa forma que você conseguirá ter um plano de saúde para funcionários adequado e que surtirá efeitos positivos em curto, médio e longo prazos.

 

Agora que você conheceu mais esse assunto, que tal ver outras dicas interessantes? Basta curtir nossa página no Facebook e se atualizar sobre as informações do RH.

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1 Comment

  1. Jorge Nunes

    Oi! Adorei! Vou continuar seguindo vocês!

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