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Monte um plano de cargos e salários em apenas 3 passos
Cultura da Empresa

Monte um plano de cargos e salários em apenas 3 passos

O plano de cargos e salários é um descritivo dos cargos na empresa e a faixa salarial correspondente para cada um deles. É um instrumento de gestão para o RH, mas também um meio de comunicação transparente e objetivo com os colaboradores.

Além da contratação de funcionários, a avaliação de desempenho deles e muitas outras ações motivacionais, o RH da empresa deve se encarregar de um bom plano de cargos e salários.

E sabe por quê? Pois essa medida mexe diretamente com o engajamento dos colaboradores. Sem falar que é um item fundamental para trabalhar a retenção de talentos.

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E se você quer entender detalhadamente como o plano de cargos e salários pode fazer a diferença em sua empresa, este post traz para você todas as respostas!

Confira conosco os diferenciais dessa prática aplicada na empresa, os benefícios e como montar um plano de cargos e salários em 3 passos!

 

Plano de cargos e salários: o que é?

O plano de cargos e salários é um descritivo de cada cargo que existe na sua empresa e a faixa salarial correspondente para cada um deles. É um instrumento de gestão para o RH, mas também um meio de comunicação transparente e objetivo com os colaboradores.

Em primeiro lugar, porque traz uma organização imediata à gestão da empresa. Loucuras financeiras não são bem-vindas. A empresa tem um controle mais preciso do mínimo e máximo que pode investir nessa área.

E esse instrumento é valioso também para os colaboradores e pretendentes a algum cargo na empresa. Pois, com o plano de cargos e salários, ele já sabe, previamente, como pode ser o seu futuro na empresa.

Por exemplo: durante a avaliação de candidatos o RH explica aos requerentes como é a matriz da empresa, quais são as características da vaga e as perspectivas.

Isso ajuda a dar um panorama geral e completo para os profissionais, que vão tomar a decisão com muito mais segurança.

 

Por que adotar essa estratégia?

Se na organização é um benefício imediato que se percebe com o plano de cargos e salários, existem outros motivos relevantes para adotá-lo.

Um deles é a redução do turnover por meio de um sólido plano de carreira. Afinal de contas, é sabido que um dos principais fatores que levam um colaborador a pedir demissão é a falta de perspectiva quanto ao futuro.

E esse plano ajuda a promover um ambiente de trabalho mais esclarecedor quanto a isso. Ao saber o que pode almejar, e o tempo médio para atingir cada objetivo, o colaborador se empenha dentro de suas próprias metas sabendo que será recompensado.

Vale destacar também que, dentro das rotinas mais importantes do RH, o plano de cargos e salários também é importante para:

  • facilitar o processo seletivo para a contratação de novos colaboradores;
  • contribuir com o planejamento financeiro da empresa;
  • esclarecer detalhadamente o que se espera em cada função;
  • promover a igualdade de deveres e direitos entre todos.

Como resultado, esse tipo de ação se traduz em um desenvolvimento gradual de toda a empresa. E também equilibra o clima organizacional do local.

E então, convenceu-se de que o plano de cargos e salários pode ser um ativo valioso no pilar estrutural de sua empresa? Então, confira a seguir como fazê-lo com as nossas dicas!

 

Quais são os 3 passos para montar o plano?

Como qualquer medida na empresa, o plano de cargos e salários também deve ser feito a partir de um bom planejamento, como o abaixo. Inspire-se conosco:

 

Reunião

Reúna-se com os cargos de liderança e consolide a estruturação de cargos, o perfil desejado para ocupá-los e a média salarial — o piso e o teto — para que o planejamento seja preciso e com boa margem de negociação.

Uma dica: para essa base inicial convém pesquisar no mercado qual é a média e como a concorrência tem beneficiado os seus colaboradores. A partir desse estudo podem surgir boas oportunidades para o desenvolvimento do seu plano de cargos e salários.

 

Estruturação

Agora, é hora de colocar uma lupa sobre cada um dos itens mencionados. Para isso, avalie:

  • faixa salarial: crie os parâmetros e tome como base um intervalo de tempo considerável para identificar as qualidades e os pontos fracos de um profissional, para então usar a avaliação como critério de promoção;
  • responsabilidades: qual é a hierarquia da empresa? Onde começam os direitos e deveres de cada um? É importante saber a resposta para essas questões;
  • perfil técnico e comportamental: para um processo de contratação alinhado ao plano de cargos e salários, o RH deve entender exatamente o que gestão necessita em cada cargo.

Viu como as coisas vão se desenhando e já agregam uma perspectiva mais sólida para avaliar os talentos internos e os futuros colaboradores da empresa?

 

Comunicação

Outro grande motivo de estresse no trabalho é a ausência de uma comunicação fluída entre a gestão e os colaboradores. E é aí que o plano de cargos e salários entra em cena.

Faça dessa novidade um motivo para reunir todos e explicar a mudança na empresa. Engaje os profissionais e mostre a eles os benefícios que todos podem colher com essa prática.

Assim, todos também podem se organizar para iniciar uma trajetória elogiosa na empresa. Cientes de onde, quando e como podem crescer ali.

 

O que se atentar ao montar um plano?

Por fim, tenha em vista algumas questões que podem influenciar positiva e negativamente na elaboração e manutenção do seu plano de cargos e salários, como:

  • relatividade interna: os parâmetros são estabelecidos de acordo com as responsabilidades e qualificações de cada função;
  • situação de mercado: não dá para se enganar — e aos colaboradores — prometendo a lua e as estrelas se, em curto e médio prazo, o mercado não corrobora com projeções otimistas;
  • orçamento da empresa: use o plano de cargos e salários para equilibrar as finanças, e não estourá-las. Planeje com consciência e responsabilidade.

Tendo em perspectiva esses pontos-chave, o seu plano de cargos e salários tem tudo para ser um divisor de águas na empresa. Primeiro, para o seu desenvolvimento. E também o de todos os seus colaboradores.

E vale destacar que todas as etapas cima descritas devem ser flexíveis. O modelo engessado não cabe mais em empresa nenhuma.

 

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