Coronavírus e investimentos: onde investir na crise?

onde investir na crise

Muitos acreditam que o ano de 2020 não é propício — ou sequer estimulante — para o desenvolvimento econômico. Desde o mês de janeiro, o mundo convive com notícias alarmantes sobre ameaças em tons agressivos, entre países, e os ecos de uma potencial recessão econômica que vai atingir a todos.

Até a chegada do coronavírus, que também se alastrou por todos os continentes e colocou ainda mais em dúvida a mente de quem deseja valorizar o seu patrimônio. Afinal de contas, onde investir na crise?

Saiba, de antemão, que é possível ingressar e fortalecer a sua atuação no mercado financeiro, mesmo em tempos de pandemia, e de maneira assertiva. Para saber mais a respeito e aprender a dar os primeiros passos sobre onde investir na crise, siga com a leitura deste post em que discutiremos:

Quais são os impactos causados pela COVID-19?
Quais dicas empreender para saber onde investir na crise?

  • Investimentos de renda fixa;
  • ações;
  • mercado imobiliário.

Como investir na crise com menos imprevistos?

  • Crie uma reserva de emergência; 
  • avalie bem os tipos de investimentos;
  • comece no seu tempo.

Boa leitura!

Quais são os impactos causados pela COVID-19?

Primeiramente, as medidas de isolamento social impostas em muitos países valorizam a saúde das pessoas, acima de tudo, com a intenção de frear a propagação do vírus e causar um colapso no sistema de saúde.

Acontece que a sociedade como testemunhamos até o início de 2020 deixou de ser como era, e mostrou que muitos outros efeitos colaterais se acumularão por conta da pandemia. Dentre eles o desemprego e uma crise econômica que já deixa marcas tanto no presente, quanto para o futuro.

Justamente por conta desse cenário pouco otimista e com tantas incertezas no horizonte é que devemos aprender onde investir na crise. Por mais que a renda esteja mais curta (ou inexistente) nesse período, o planejamento financeiro faz-se elementar para garantir ao menos certa estabilidade para o cumprimento de suas contas e também para os objetivos em médio e longo prazo.

Antes de seguirmos com as dicas de investimento, entretanto, vale a pena aprender um pouco mais sobre o equilíbrio de sua renda mensal e de suas despesas. Para entender mais sobre o assunto, deixe salva para depois a leitura de outro post nosso, mas com dicas fundamentais de economia doméstica para reduzir os gastos em sua residência!

Quais dicas empreender para saber onde investir na crise?

Diferente da crise de 2008, que afetou a economia global, o momento presente prega pela inteligência no consumo e na valorização dos seus recursos. Pois temos um inimigo comum além das dificuldades financeiras.

Por isso, convém aprender sobre determinadas áreas de investimentos, que vão ajudar a solidificar a renda que você tem poupada ou, até mesmo, que pretende começar a economizar o quanto antes.

Veja, a seguir, as nossas dicas sobre o assunto!

Investimentos de renda fixa

Em geral, investimentos de renda fixa são aqueles que contam com boa rentabilidade, flexibilidade de escolha para o seu perfil de investidor e contam com bons recursos de garantias e blindagem contra riscos.

Você já deve ter ouvido falar de alguns desses investimentos de renda fixa, como:

A primeira, que é uma das modalidades de investimento mais populares do país, não conta com boa rentabilidade — a inflação é ainda mais elevada, o que reduz a atratividade da poupança. No entanto, as outras modalidades citadas costumam render uma valorização melhor e também com taxas mais acessíveis de administração do investimento.

Além disso, um ponto interessante de boa parte dos investimentos de renda fixa: caso você tenha objetivos em longo prazo, a taxa de impostos a ser paga reduz proporcionalmente ao tempo que o seu investimento permanecer aplicado na sua opção favorita.

Para saber um pouco mais sobre cada um desses tipos de investimentos, aproveite para clicar nos links selecionados acima. Dessa maneira, você consegue avaliar com mais precisão o que eles têm em comum e o que mais aproximam-nos do seu perfil de investidor.

Ações

Importante ativo do mercado financeiro, o setor de ações tende a ser mantido por intermédio de uma corretora de valores, o que agrega mais acessibilidade, atualmente, para que mais pessoas aprendam onde investir na crise — e também após ela.

Vale destacar, contudo, que as ações envolvem mais riscos e também mais noções do que está acontecendo no mercado, evitando prejuízos e perdas dos quais você não tem interesse em arcar.

Boa maneira de dar os primeiros passos nesse setor é por meio das dicas e cuidados que selecionamos, abaixo, para você entender mais sobre o mercado de ações:

  • ao investir nas ações de outras empresas, comece por aquelas mais sólidas e resistentes às crises mais atuais;
  • analise, também, as perspectivas futuras para essas empresas;
  • ao procurar pela corretora de valores, analise o histórico da mesma, bem como as respectivas taxas praticadas;
  • comece com investimentos menores para entender o funcionamento do mercado financeiro, primeiro, e depois ajuste as estratégias conforme as suas necessidades e objetivos.

Lembre-se que é fundamental a escolha de instituições e empresas que pratiquem cobranças mais acessíveis, mas cuja reputação seja igualmente positiva. Saber onde investir na crise, afinal de contas, também passa por uma etapa de profunda pesquisa para investir assertivamente os seus recursos.

Mercado imobiliário

O mercado imobiliário também segue efervescente — mesmo com o coronavírus ainda atuante no país. Em parte, porque o consumidor conta com atrativos para investir e adequar-se às parcelas em médio e longo prazo, mas também porque o próprio setor vinha em uma constante de desenvolvimento após a retração dos últimos anos.

Atenção, apenas, para os seus objetivos. Se a sua ideia é usar o imóvel para alugar, posteriormente, uma série de custos vai fazer parte da sua rotina até que você consiga colocá-lo no mercado para inquilinos em potencial visitarem. Entre eles:

  • IPTU;
  • condomínio;
  • manutenção.

Para a valorização do imóvel, contudo, é fundamental que você observe os melhores empreendimentos com custo/benefício evidente. Isso significa um projeto arquitetônico moderno e uma área em constante valorização e crescimento. Leve em conta, também, que a situação econômica do país pode se agravar, nos próximos meses, e a pandemia pode colocar os seus planos em xeque.

Investir em imóveis, portanto, até pode ser uma boa ideia desde que você tenha um planejamento imune a diversos tipos de imprevistos.

Como investir na crise com menos imprevistos?

Agora que já vimos os melhores modelos de investimento na crise, é importante saber dar os primeiros passos dentro desse contexto, a fim de evitar prejuízos, perdas e decisões pouco assertivas.

Com isso, você já faz o primeiro investimento com a certeza de que os seus rendimentos seguirão conforme o previsto, e os seus objetivos financeiros serão continuamente respeitados e alcançados.

Veja, então, as nossas dicas sobre o assunto agora que você já sabe onde investir na crise!

Crie uma reserva de emergência

A reserva de emergência é um planejamento financeiro muito simples de executar. Comece fazendo um equilíbrio de suas despesas e rendimentos, e dedique um pouquinho desses recursos para a reserva.

Com ela, você só vai direcionar para o pagamento de emergências — despesas médicas, por exemplo, ou mesmo custos elevados e imprevistos, como a manutenção do veículo — e situações nas quais é preferível acionar a reserva do que arcar com as custosas modalidades de empréstimos do mercado.

Especialistas apontam, entretanto, que é importante acumular um valor aproximado entre 3 e 6 meses de suas despesas. Digamos, por exemplo, que você e a sua família consigam equilibrar os custos em R$ 3 mil ao mês. Sua reserva financeira de 6 meses, portanto, deve girar em torno de R$ 18 mil.

Não se preocupe com o tempo que vai levar para construir a sua reserva. Guardando mês após mês e em algumas das aplicações que apontamos no tópico anterior sobre onde investir na crise, esse dinheiro vai acumular, render e valorizar na mesma proporção.

Avalie bem os tipos de investimentos

Não siga, às cegas, aquilo que outra pessoa fez para investir no mercado. Afinal de contas, a realidade, os interesses e os desafios enfrentados por ela podem ser completamente distintos aos seus.

Portanto, ao aprender onde investir na crise, crie um plano inteiramente personalizado. O mercado de ações pode não ser a melhor opção para você, caso não queira (ou possa) correr riscos de perder parte do seu investimento. Assim como a rentabilidade mais elevada tende a estar associada às opções mais arriscadas.

Dessa maneira, você deve consultar-se com corretoras de valores que possam auxiliar nesse processo e apontar as melhores alternativas dentro de tudo aquilo que compõe o seu perfil de investidor.

No caso dos investimentos, já mencionamos anteriormente os devidos cuidados, mas sobre as corretoras e instituições convém outros pontos de atenção:

  • procure, nas redes sociais e sites especializados em queixas do consumidor, a reputação dessas empresas;
  • não se contente com a primeira opção. Pesquise bastante na internet e compare as taxas, valores e também o rendimento de suas finanças que cada empresa vai projetar para você;
  • lembre-se de priorizar os seus interesse e também as dificuldades. Não se deixe seduzir pelos rendimentos maiores e mais arriscados, se você não tem margem financeira para assumir as consequências de uma perda.

Como destacamos, muitos investimentos de renda fixa oferecem diversas garantias para que o seu rendimento seja estável e previsível — o que mostra o valor final do seu investimento após determinado período que seus recursos permanecerem alocados.

Comece no seu tempo

Não aproveite liquidações em ações para investir pesado. O momento atual, como dissemos, é de muitas incertezas. Isso não reduz a importância de saber onde investir na crise e, tampouco, em protelar esse plano. O momento de investir é agora, sem dúvidas, mas leve em consideração todos os fatores.

Daí, a importância em calcular o seu planejamento para que os pontos positivos e os desafios estejam devidamente assinalados. Com dados confiáveis e a plena certeza de quais são os seus objetivos, você investe assertivamente e não existe necessidade para entrar em pânico com as incertezas do setor.

Ou seja: a sua liberdade financeira pode começar hoje mesmo. Basta saber, como vimos, onde investir na crise. 

 

Esperamos que as nossas dicas tenham ajudado você a entender melhor por onde começar o seu projeto de poupar para o futuro (em curto, médio e longo prazo) e, caso tenha outras dúvidas sobre o assunto, aí vai o nosso convite: assine a newsletter da Xerpa — é só preencher os seus dados no canto direito do nosso blog — para receber diretamente no seu e-mail todas as nossas dicas e novidades!

 

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