O que é pix

Saiba o que é o PIX e como ele vai mudar os meios de pagamentos

Lançado pelo Banco Central do Brasil, o PIX promete revolucionar o sistema de pagamentos no país. Para quem ainda não sabe o que é PIX, a ideia básica é a seguinte: as transferências bancárias, agora, podem ser feitas a qualquer hora e em qualquer dia — inclusive, fins de semana e feriados —, e as transferências caem na conta da outra pessoa em poucos segundos.

 

O Banco Central do Brasil (BC) anunciou, no último dia 19 (Fevereiro), um novo serviço que realmente oferece recursos inovadores para o mercado financeiro: o PIX.

Para quem ainda não sabe o que é PIX: essa nova ferramenta permite que as transferências e pagamentos sejam realizados com muito mais conveniência e praticidade. E, o melhor: com agilidade.

Para que você já fique por dentro da novidade e entenda como o PIX pode fazer a diferença tanto em sua rotina pessoal quanto no dia a dia da sua empresa, preparamos este post!

Continue esta leitura conosco, e aprenda tudo sobre o PIX!

O que é o PIX?

Atualmente, as transferências entre contas bancárias são realizadas por meio de dois tipos de serviços. São eles: TED ou DOC.

Já os pagamentos ocorrem tanto por meio de transações quanto pela geração de boletos ou a partir do uso de cartões (débito e crédito) ou dinheiro em espécie e cheques — esse último, já menos em prática.

Quais são os impedimentos que essa versatilidade de meios de pagamento oferecem? Os principais deles são o tempo de espera e os custos de algumas operações. No TED, por exemplo, pode acontecer de uma simples transferência custar R$ 20.

Com o PIX, a expectativa é de acabar com esses problemas de uma vez. Por exemplo: você pode fazer uma transferência bancária às 14h de um domingo, e os recursos vão ser depositados na conta especificada em segundos. Não no próximo dia útil ou de acordo com as regras de cada instituição financeira. Mas de imediato.

Qual é o seu objetivo?

Na prática, entender o que é PIX passa pela seguinte ideia: a de desburocratizar mais o setor financeiro — que tem perdido mais e mais espaço, com seus serviços e produtos tradicionais, para o furacão das fintechs. E faz parte da Agenda BC# para se colocar em elevado grau de competitividade no mercado.

A partir de novembro, o PIX vai estar em pleno funcionamento e vai oferecer aos usuários uma alternativa a todos os modelos já existentes, como os anteriormente citados.

Além disso, o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do BC, João Manoel Pinho de Mello, destacou o seguinte sobre o PIX:

“Para além da rapidez e praticidade dos pagamentos instantâneos, a sociedade poderá sentir os benefícios da maior competição no mercado de pagamentos de varejo, com redução de custos e melhoria na qualidade dos serviços. Além disso, essa iniciativa, em linha com a revolução tecnológica em curso, possibilita a inovação e o surgimento de novos modelos de negócio e promove a eletronização dos pagamentos, reduzindo o risco operacional e as dificuldades relacionadas ao uso do dinheiro em espécie.” 

Como vai funcionar o PIX?

Hoje em dia, temos as seguintes opções para a realização de transferências e pagamentos, bem como as seguintes limitações de cada meio:

  • TED (Transferência Eletrônica Disponível), em que a instituição solicita um prazo de até 17 horas para depositar o valor creditado em outra conta;
  • DOC (Documento de Ordem de Crédito), em que os recursos são creditados apenas no dia seguinte — podendo levar mais de um dia, se a operação for realizada após as 22h (e tem o limite de valor de R$ 4.999,99 por transação).

Vendo o que é o PIX, podemos entender que as transações vão ocorrer em tempo real, sem atrasos ou prazos que podem complicar o planejamento financeiro de qualquer pessoa.

E sem a interferência de terceiros: os seus recursos vão diretamente para a outra conta — e vice-versa —, assim como algumas fintechs já promovem para os seus clientes. 

Vale, também, destacar que o Banco Central destacou que o processo do PIX pode ser efetuado tanto entre pessoas, quanto entre pessoas e comércios ou mesmo entre estabelecimentos e entes governamentais.

Para tanto, o uso do PIX só depende que ambas as partes tenham conta ativa em uma instituição financeira, podendo ser:

  • banco;
  • instituição de pagamento;
  • fintech. 

A conta, em questão, não precisa ser corrente, exclusivamente. E os usuários ainda contam com algumas possibilidades para realizar a transação.

Meio tradicional

Para fazê-lo, basta fazer uso das informações corriqueiramente solicitadas, como:

  • número de celular;
  • e-mail;
  • CPF ou CNPJ.

O meio que as pessoas habituaram-se a fazer transações financeiras, portanto.

QR Codes

Saber o que é PIX parece ser apenas a pontinha desta versátil novidade. Isso porque, os pagamentos e transações também poderão ser realizados por meio da geração de um QR Code no valor desejado.

Assim, basta usá-lo com o seu smartphone para ler o código, e o processo vai ser efetivado nas condições que já mencionamos: recursos na conta a qualquer hora do dia — e em qualquer dia, mesmo sendo de diferentes instituições bancárias.

Atenção apenas para as seguintes possibilidades dentro dessa modalidade digital:

  • existe o QR Code estático, que pode ser utilizado para múltiplas transações;
  • tem também o QR Code dinâmico, que tem mais aplicação para a realização de compras.

Pouco ainda foi definido a respeito de ambos os modelos, mas parece abrir portas para uma revolução não apenas na maneira de transferir recursos, mas de realizar pagamentos. Algo que pode ser de grande valia para as organizações remunerarem os seus colaboradores, por exemplo.

Portanto, agora que você já sabe o que é PIX e entendeu que ainda existe muito a conhecer a respeito, continue de olho em nossas novidades! Para isso, curta a nossa página no Facebook e siga-nos no Instagram e LinkedIn! Assim, você vai saber tudo a respeito do assunto em primeiríssima mão!

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