nota de 200

Nota de R$ 200: conheça a nova cédula e como reconhecê-la!

Anunciada no último dia 29 de julho pelo Banco Central, a nota de R$ 200 colocou muitos brasileiros em dúvida. Afinal de contas, o seu lançamento vem em boa hora ou, pelo menos, com argumentos convincentes?

Uma vez que a cédula mais recente no portfólio da Casa da Moeda foi lançada em 2 de setembro, vale a pena entender um pouco mais o contexto da sua presença circulando entre outras representantes em espécie da moeda nacional.

Abaixo, vamos entender um pouco sobre a nota de R$ 200, bem como as suas características mais evidentes para evitar falsificações no mercado, como:

  • marca-d’água;
  • quebra-cabeça;
  • alto-relevo;
  • número que muda de cor;
  • número escondido.

Nos tópicos abaixo, vamos falar tudo o que você precisa — e deseja — saber sobre a nota de R$ 200, já em circulação no país. Boa leitura!

Como reconhecer uma nota de R$ 200 no Brasil?

O dinheiro em espécie ainda é o meio de pagamento mais usado pelo brasileiro, seguido de perto pelos cartões de débito e de crédito. Com isso, o Banco Central acredita que a circulação de uma nota de R$ 200 pode ser benéfica para a população, em geral.

Aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a nota de R$ 200 já passou a circular desde o início do mês de setembro com uma tiragem de 450 milhões de cédulas. 

Para efeito de ilustração: isso corresponde a R$ 90 bilhões.

Por falar em ilustração, vale relembrar que cada nota de real vem acompanhada de um animal característico da fauna brasileira — geralmente, espécies em risco de extinção. Em uma pesquisa do próprio Banco Central, em 2001, o lobo-guará ficou em terceiro lugar na votação dos participantes.

À frente do animal ficaram, apenas, a tartaruga-marinha — que ilustrou a nota de R$ 2 — e o mico-leão-dourado que foi escolhido para estampar a nota de R$ 20. Para a nota de R$ 200, o lobo-guará foi selecionado após uma espera de quase 20 anos.

Quais são os elementos presentes na nota de R$ 200?

Mesmo antes de ser lançada, a nota de R$ 200 já circulava pelo país. Mas, calma: não era a cédula verdadeira, mas notas falsificadas.

Por isso, é importante saber como é a nota de R$ 200 para que você identifique facilmente eventuais cópias falsificadas — especialmente, diante desse cenário em que já experimentaram a falsificação da cédula.

Abaixo, destacamos algumas das suas características que visam dificultar a cópia ilegal dela:

  • marca-d’água, que pode ser vista ao posicionar a nota de R$ 200 contra a luz;
  • quebra-cabeça, também visível contra a luz, o que agrega uma camada extra de proteção contra falsificações;
  • alto-relevo presente por toda a cédula. Bom exemplo disso é a legenda “REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”, o número da nota de R$ 200 e também o animal que estampa-a;
  • número que muda de cor, um efeito que pode ser percebido ao movimentar a cédula;
  • número escondido, por fim, que pode ser visto ao posicionar a nota de R$ 200 na altura dos olhos e em um lugar bem iluminado.

Além disso, atente-se às dimensões da nota. Ela tem a mesma proporção da nota de R$ 20.

Por que criar uma nova cédula no país?

Como destacamos, o Banco Central argumentou que o uso preferencial pelo dinheiro em espécie motivou a decisão em criar a nota de R$ 200.

Acontece que muita gente associou o nascimento de uma cédula de valor elevado com o período de inflação elevada que o país viveu entre as décadas de 1980 e 90 — precedendo a criação do Plano Real. Mas os temores de uma nova recessão desse porte está descartada, a princípio, uma vez que as projeções sustentam o índice abaixo de 2% para o ano de 2020.

Outro ponto que despertou a curiosidade das pessoas foi que a nota de R$ 200 é a primeira a surgir em 18 anos. Agora, temos sete valores no total, que são:

  • 2;
  • 5;
  • 10;
  • 20;
  • 50;
  • 100;
  • 200.

É o melhor momento?

Em favor da criação da nova cédula pesa uma questão motivada pela pandemia causada pelo coronavírus. Observou-se que mais pessoas têm guardado dinheiro físico nesse período. Mais reservas acumuladas, portanto, para ter dinheiro diante de eventuais situações imprevistas.

Seria, então uma maneira de suprir tal demanda em pouco tempo, e em quantidade menor. É até interessante, contudo, apontar alternativas caso você esteja considerando seguir pelo mesmo caminho. Em vez de acumular dinheiro em espécie em casa, que não vai render lucros, você pode dar uma conferida em nosso artigo que aponta algumas boas opções de investimento durante a crise causada pelo coronavírus.

O BC também alertou para esse cenário de contenção do papel-moeda com base nos últimos registros de cédulas em circulação no Brasil. Por exemplo: em 2019, o pico de cédulas foi de R$ 281 bilhões, com projeção feita pelo próprio Banco Central, para 2020, de R$ 301 bilhões.

Surpreendendo a instituição, se registrou um pico de R$ 342 bilhões este ano. O que sugere a possibilidade de uma reserva financeira realizada pelo consumidor brasileiro. Soma-se a isso uma suposta conveniência ao sacar o auxílio emergencial do governo federal, que era de R$ 600 até o mês de agosto.

Isso também ajudaria a gerar mais papel-moeda em um intervalo de tempo menor, gerando também menos custos para a impressão das cédulas e agilidade para suprir a demanda do país, atualmente.

 

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