investimentos de baixo risco

7 principais investimentos de baixo risco

Investimentos de baixo risco tendem a ser as modalidades mais indicadas para a pessoa com o perfil conservador. Ou seja: que busca um retorno estável e gradual, do seu patrimônio, sem que os prejuízos fiquem à espreita mês após mês. Para isso, pode-se considerar alguns dos investimentos a seguir:

  1. CDB;
  2. Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio;
  3. Fundos de renda fixa referenciados DI;
  4. Tesouro Direto Selic;
  5. Tesouro IPCA +;
  6. Letra de Câmbio (LC);
  7. Debêntures.

 

Atualmente, poucas pessoas apontam a poupança como um meio eficiente de economizar e valorizar o seu patrimônio. Isso porque as pessoas estão mais cientes de que existem investimentos de baixo risco, e capazes de melhorar a sua rentabilidade.

Só que, mesmo que o seu perfil de investidor flerte mais com o lado conservador, é importante compreender quais são as melhores alternativas disponíveis no mercado.

Dessa maneira, você não apenas valoriza os seus rendimentos, mas o faz de acordo com os seus objetivos e necessidades sem impactar o seu orçamento

Quer aprender como os investimentos de baixo risco podem ajudar você nessa jornada? Basta seguir com a leitura deste post, para conhecer 7 opções para o seu perfil de investidor!

O que são investimentos de baixo risco?

Destacamos, acima, que a poupança não é um investimento arriscado. Acontece que a popular modalidade (mais de 75% dos brasileiros optam por ela) também não oferece boa rentabilidade para você.

Por que, então, não considerar os investimentos de baixo risco?

E não estamos falando da poupança, neste caso, mas de aplicações que são simples e fáceis de serem monitoradas e mantidas. Sem falar que não oferecem riscos de você perder o seu patrimônio e garantem boa rentabilidade.

Ou seja: todas as características que já garantem mais benefícios do que os oferecidos na poupança.

Justamente por conta dessas facilidades e aspectos positivos, é importante que você entenda quais são as melhores opções disponíveis no mercado. Por consequência, você identifica os investimentos de baixo risco que mais têm a ver com o seu perfil, necessidade e objetivos. Vamos a eles?

Quais são os melhores investimentos de baixo risco?

Abaixo, destacamos as modalidades de investimento que menos oferecem perigos para o investidor iniciante ou que tenha objetivos mais estáveis para valorizar o seu patrimônio!

 

CDB

Sigla para Certificado de Depósito Bancário, esse investimento de baixo risco atua como um empréstimo que você faz à instituição financeira que você investiu. Uma maneira rápida para os bancos adquirirem mais recursos, devolvendo-os em uma rentabilidade atrativa para as pessoas.

O que você deve ficar de olho: na liquidez do investimento, que é a facilidade com a qual você pode resgatar o valor investido. Existem alternativas com liquidez diária, por exemplo, o que gera uma simplicidade ímpar na hora de sacar o seu investimento.

Outro atrativo: esses investimentos de baixo risco ainda são amparados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Assim, em uma hipótese catastrófica na qual o banco decreta falência, por exemplo, você tem o seu investimento devidamente assegurado.

 

Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio

Talvez, você já tenha ouvido falar nesses investimentos de baixo risco como LCI ou LCA. Eles são recursos captados por meio de títulos usados nos respectivos setores de atuação do mercado.

Destaque para o amparo oferecido pelo FGC também, a ausência de incidência sobre o Imposto de Renda (desde que os tributos sejam adquiridos por Pessoa Física) e a rentabilidade fixada no índice CDI.

Para quem está em busca de diversificação nos investimentos de baixo risco, pode ser uma excelente pedida.

 

Fundos de renda fixa referenciados DI

No geral, esses investimentos de baixo risco são alternativas interessantes porque estão associados à taxa Selic (a taxa básica de juros do país).

Consequentemente, os investidores fazem uso dessa modalidade quando o interesse principal é a manutenção e proteção do seu patrimônio — e não em gerar uma lucratividade elevada com ele. Isso porque a taxa Selic oscila, com o tempo, e não permite uma avaliação precisa de rendimento (mesmo que não ofereça riscos ao dinheiro investido).

 

Tesouro Direto Selic

Muitos se perguntam qual é a melhor alternativa entre previdência privada ou Tesouro Direto e, no geral, a resposta dos especialistas pendem para o segundo.

E sabe por quê? Porque o Tesouro Direto é uma opção prática, segura, com boa rentabilidade e o aporte inicial não costuma ser elevado (menos de R$ 100, normalmente).

Boa parte disso se deve à origem desse, que é um dos mais valiosos investimentos de baixo risco: trata-se de uma espécie de empréstimo que o investidor faz ao governo para quitar dívidas publicadas.

Assim, o retorno que as pessoas têm está nessa facilidade de adquirir recursos, da parte do governo. E, além disso, você tem a liquidez com bastante flexibilidade, permitindo o saque dos seus rendimentos em curto prazo (e sem impactar negativamente o seu lucro).

 

Tesouro IPCA +

Ainda no contexto do Tesouro Direto (mas não mais em comparativo com a previdência privada), o Tesouro Direto também se diferencia por meio da modalidade IPCA +.

E do que se trata: a sigla corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o que atrela o título adquirido à inflação (isso protege os seus recursos de eventuais aumentos nesse índice).

Algo que é valioso, por exemplo, em momentos de grande crise econômica que o país esteja atravessando. Dessa maneira, você avança com mais bem-estar e solidez, nos seus investimentos de baixo risco.

Outra característica que vale menção: o tipo de Imposto de Renda, aqui, é o regressivo: começa alto — 22,5% —, mas regride quanto mais tempo você deixar o seu dinheiro intocado. Após 720 dias, por exemplo, é possível que o seu investimento incida na média de 15%.

 

Letra de Câmbio (LC)

Nessa modalidade de investimento, os seus recursos são direcionados para uso das financeiras — e a rentabilidade atrativa vem em decorrência disso, de acordo com o prazo prazo estipulado para os seus títulos. 

Vale destacar, ainda, que a LC não conta com pagamento do Imposto de Renda (e, ainda, é uma das mais interessantes opções de investimentos de baixo risco por ser coberta pelo FGC).

 

Debêntures

Por fim, entre os investimentos de baixo risco, podemos citar os debêntures, que colocam o investidor como um credor de instituições públicas ou privadas para contribuir com o financiamento de projetos. 

E a troca não difere das opções anteriores: a rentabilidade vem por conta desses juros acumulados — só que os debêntures não estão amparados pelo FCG. Assim, tem um risco maior, mas com a rentabilidade ainda mais vantajosa.

Como investir com mais segurança?

Agora que já entendemos as grandes opções de investimentos de baixo risco, reunimos algumas dicas interessantes para que você tome a sua decisão com o máximo possível de certezas:

  • pesquise sobre todas as instituições que você está pesquisando sobre os investimentos de baixo risco;
  • confira se todas as aplicações estão em seu CPF para evitar qualquer imprevisto ou ocorrência de ações fraudulentas;
  • avalie bem as aplicações com a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Assim, mesmo em cenários muito adversos, você terá mais segurança em reaver o seu investimento.

Queremos ouvir, agora, um pouquinho mais de você. Já aplicou o seu patrimônio em investimentos de baixo risco? Compartilhe as suas experiências conosco, no campo de comentários deste post!

 

 

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