horário de trabalho ao redor do mundo

Curiosidades sobre a questão do horário de trabalho ao redor do mundo

Entender como funciona a questão de horário de trabalho ao redor do mundo ajuda a compreender como você pode usar as melhores tendências e hábitos para dentro da sua empresa. Algo que, por consequência, valoriza os seus recursos humanos e aumenta a produtividade, engajamento e a retenção de talentos.

 

É inegável que o horário de trabalho ao redor do mundo é uma questão de elevada pluralidade. Afinal de contas, cada lugar tem a sua cultura, hábitos e leis trabalhistas que influenciam nessa ampla diversidade.

Só que você pode encontrar inspiração e boas ideias, sobre o horário de trabalho ao redor do mundo, e assim usar essas informações dentro das características da sua empresa, sabia?

Ou, até mesmo, pode ser uma oportunidade interessante de compreender como o mercado de trabalho global está se transformando e comportando.

Independentemente dos seus motivos, aproveite para dar uma conferida no que um relatório da Organisation for Economic Co-operation and Development (OECD) tem a dizer sobre a média de horas de trabalho semanais para os trabalhadores em 35 países!

 

Países com as horas de trabalho mais longas

Das nações registradas no estudo, a Colômbia e a Turquia têm as semanas de trabalho mais longas, com 47,7 horas semanais, cada.

Não muito atrás estão dois países da América Central: México (45,2 horas de trabalho) e Costa Rica (45 horas).

No geral, a média de horas de trabalho ao redor do mundo — dentro dos 35 países analisados — foi de 36,6 horas. Dos 19 países que trabalham acima dessa média, 13 são europeus e cinco estão abrigados nas américas.

Sabe o que também é digno de menção nisso? Apenas cinco países das américas foram analisados no estudo. E que a África do Sul, a única nação africana representada no conjunto de dados, estava bem acima da média — registrou uma média de 43 horas.

 

Motivos para isso são incertos

Os dados em si não refletem porque esses países estão trabalhando mais horas, mas temos algumas sugestões. E a principal delas envolve as leis trabalhistas de cada local.

Considere que, de acordo com as leis trabalhistas, a semana de trabalho máxima oficial é de 48 horas, na Colômbia, e de 45 horas na Turquia. Essas leis — e como elas são aplicadas — afetam, provavelmente, as variações extremas nas jornadas de trabalho entre esses países e aqueles com leis trabalhistas menos ou mais rigorosas.

Outra conexão em potencial é dos papéis culturais e de gênero de cada localidade. Em outro conjunto de dados fornecido pela OCDE, ficamos sabendo que dois dos países com as semanas de trabalho mais longas, Turquia e México, também têm a maior diferença entre a porcentagem de homens e mulheres trabalhando.

Em média, 75,5% dos homens trabalham, e 60,1% das mulheres trabalham. No México, essa proporção é de 70,7% e 32,2%, respectivamente, enquanto a Turquia registrou a média de 79% e 44,9%.

É lógico que, em casas com apenas uma fonte de renda, esse único fornecedor pode precisar trabalhar mais horas para sobreviver.

 

Países com as horas de trabalho mais curtas

Existe uma correlação muito clara entre os países com semanas de trabalho mais curtas: eles são todos europeus. Das 16 nações incluídas no conjunto de dados cujos funcionários trabalhavam menos que a média, 15 deles são do Velho Continente e o único “de fora” é a Austrália — um país fortemente influenciado pelas leis trabalhistas britânicas.

No final da lista estão os Países Baixos, que têm uma média de apenas 29,2 horas de trabalho por semana. Como comparativo: isso significa uma proporção de 31% a menos do que foi registrado na Turquia e na Colômbia.

Convém observar o horário de trabalho ao redor do mundo que se percebe nos holandeses, Dinamarca, Alemanha e a Suíça, todos com média inferior a 35 horas por semana.

Outro aspecto a considerar, como fizemos acima com a Turquia e o México, são as diferenças nas taxas de trabalho de gênero. Nos Países Baixos, 80,4% dos homens trabalham, em comparação com 71,3% das mulheres.

Se mais casas tiverem renda múltipla, pode fazer sentido que todos se beneficiem de maior flexibilidade no tempo de trabalho. Por outro lado, a Islândia — que trabalha mais horas do que a média (38,7 horas) tem a maior porcentagem nacional de trabalhadores, e a diferença entre as taxas de trabalho de homens e mulheres é marginal.

Assim, embora pareça haver uma conexão entre taxas de emprego e horas de trabalho, há claramente outras variáveis em jogo e nem um pouco debatidas nos estudos da OCDE.

 

O que podemos concluir, portanto?

O que isso tudo, sobre o horário de trabalho ao redor do mundo, significa? Que há, provavelmente dezenas de maneiras de responder a essas perguntas, mas uma coisa é clara: varia.

Países individuais trabalham à sua maneira, a seu próprio ritmo e por períodos variáveis. Essas variações se estendem a organizações individuais e, cada vez mais, se estendem a funcionários individuais.

Convém analisar, então, os fatores individuais para que você possa buscar uma maneira de flexibilizar a sua rotina de trabalho para gerar mais produtividade e evitar o desgaste — físico e emocional — dos seus colaboradores.

Inclusive, esse assunto sobre o horário de trabalho ao redor do mundo pode render uma discussão complementar bem interessante: aproveite para compartilhar a sua opinião, no campo de comentários, e diga-nos quais são as medidas adotadas internamente para promover a qualidade de vida dos funcionários!

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