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Finanças Corporativas

Finanças Corporativas: saiba como gerenciar de forma mais eficiente

Investir, conter custos, reduzir desperdícios e, ainda assim, aumentar a produtividade e estimular o engajamento dos colaboradores. Isso tudo, embora pareçam questões distintas, somam-se a tantas outras escolhas que envolvem as finanças corporativas.

E não ter uma noção plena do quanto isso tudo recai sobre o setor financeiro da empresa é perigoso. Pode gerar o acúmulo de dívidas, reduzir a lucratividade e impactar negativamente no desempenho dos profissionais.

Vamos ver, então, como as finanças corporativas devem ser geridas de maneira planejada e focada em todos os aspectos para o crescimento sustentável da sua organização? Basta seguir com a leitura deste artigo, em que vamos tratar dos seguintes temas:

  • O que são finanças corporativas?
  • Qual é o objetivo em acompanhar as finanças corporativas?
  • De que forma colocar esse trabalho em pauta?
  • Como avaliar a situação das finanças corporativas?
  • Como garantir uma boa gestão financeira?

Boa leitura!

O que são finanças corporativas?

Toda decisão que envolve a sua empresa está prevista com o acompanhamento das finanças corporativas. Elas são pensadas com base na maximização de valor de uma empresa. Se você investe em mão de obra capacitada, esse é um dos direcionamentos dados às suas finanças corporativa. Se a empresa vai reduzir custos com profissionais, também.

Qual é o objetivo em acompanhar as finanças corporativas?

Ao ter um trabalho focado no monitoramento e planejamento estratégico dos recursos, sua gestão fica blindada contra imprevistos financeiros — como o estouro de orçamento em um projeto — e sabe, exatamente, quais resultados podem ser obtidos a partir dessa destinação monetária.

O fluxo de caixa, por exemplo, está centrado nessa questão. É fundamental saber quais são as fontes de renda, e sob qual montante, para lidar com as saídas que a sua organização costumeiramente tem (em custos fixos e variáveis) para compreender a necessidade de vendas em cada mês.

Não à toa, com esse tipo de trabalho as tomadas de decisão passam a ser pautadas com muito mais rigor em sua análise de risco. E o valor agregado da empresa só tende a crescer, paralelamente.

De que forma colocar esse trabalho em pauta?

As finanças corporativas vão além do pagamento de contas. Por isso, vale a pena focar na atuação de seus especialistas de maneira multidisciplinar. A seguir, vamos destacar algumas medidas fundamentais para o processo!

Planejamento estratégico

Começar a lidar com as finanças corporativas significa que um planejamento estratégico deve ser traçado, uma vez que essa ferramenta é amparado por diversas questões que envolvem as despesas de uma empresa. Por exemplo: o orçamento para cada área, as previsões de diferentes cenários e as próprias ações para determinados períodos.

Só em receita, entrariam também outras questões, como os investimentos e custos de setores que não estão rendendo resultados. E isso tudo se alinha às metas, objetivos e desafios da empresa. 

Todo o planejamento financeiro deve considerar essas questões. Pois, assim existem menos incertezas nas decisões e riscos imprevistos — o que melhora o tempo de resposta de sua equipe frente a qualquer mudança no que estava previsto inicialmente.

Análise de rentabilidade

Saber precificar e implementar um valor aos seus produtos e serviços é algo crucial, para o mercado, de maneira que não espante o seu público-alvo e faça-os perceber o real valor por trás dos números na etiqueta. Entretanto, isso deve ser feito de olho nas finanças corporativas, que influenciam fortemente o seu setor de atuação como um todo. E isso inclui, no cálculo:

  • a projeção de vendas;
  • projeção de custos;
  • projeção de fluxo de caixa.

Só então, os indicadores vão apresentar números mais precisos sobre precificação e a rentabilidade do negócio em diferentes períodos.

Ativos e passivos

Ao falar de finanças corporativas, é essencial que se considerem os ativos e passivos. Eles são os bens da organização, sendo:

  • os ativos, o que está em posse da empresa, como o seu estoque, o caixa e os valores a receber;
  • os passivos, por sua vez, são as dívidas — compromissos financeiros que devem ser honrados em curto, médio e longo prazo.

Importante saber como acompanhar esses indicadores, de maneira que a rentabilidade deve ser buscada insistentemente, de maneira que os ativos se sobressaiam aos passivos.

Como avaliar a situação das finanças corporativas?

Além do trabalho de acompanhamento das finanças corporativas, a sua gestão tem que lidar com um trabalho de controle financeiro. Do contrário, não há como saber como anda a saúde financeira da empresa.

A seguir, vamos destacar quais são os indicadores de desempenho que melhor contribuem com a avaliação do setor financeiro:

  • faturamento (bruto e líquido), que resulta na soma das vendas da empresa, e contempla o funcionamento das engrenagens de vendas, e aponta outros dados curiosos (como as soluções com mais e menos saída);
  • recebimentos, que ajuda a mensurar a inadimplência e se os dados estão próximos do faturamento;
  • custos (fixos e variáveis), que apontam a média necessária de renda para garantir a manutenção da saúde financeira de qualquer empresa;
  • índice de endividamento, que deve ser mantido em constante atualização para entender quais ativos da empresa foram financiados por terceiros (financiamentos e outros tipos de empréstimos, por exemplo);
  • ticket médio, que ajuda a identificar o valor médio dentro do volume de vendas, e também permite o ajuste de estratégias para rentabilizar melhor o fluxo de compra dos clientes;
  • ponto de equilíbrio, que é um dos grandes indicativos das finanças corporativas. Por meio dele, a sua gestão descobre o quanto uma empresa necessita, minimamente, de faturamento para cobrir todos os gastos. 
  • Demonstração do Resultado do Exercício (DRE), que é um relatório focado em contabilizar todas as despesas, bem como os custos embutidos em qualquer ação planejada (e é um documento obrigatoriamente necessário).

Com essas métricas, sua empresa pode trabalhar as finanças corporativas com mais controle, segurança e precisão nas decisões realizadas para o desenvolvimento da marca.

Como garantir uma boa gestão financeira?

Importante destacar que, complementarmente ao que vínhamos apontando neste artigo, existem outras medidas que contribuem com a sustentabilidade de sua empresa e o reforço de sua saúde financeira.

Abaixo, vamos apontar algumas dessas ações estratégicas, e que refletem amplamente nos trabalhos que as grandes empresas prestam para evitar crises em suas finanças corporativas. São elas:

  • contabilização de todos os gastos, sem exceção, para gerar fidelidade máxima aos relatórios financeiros e, consequentemente, a melhor tomada de decisão;
  • use a gestão orçamentária para direcionar, proporcionalmente, investimentos coerentes para as necessidades de cada setor. Isso evita prejuízos, desperdícios e redução de custos desnecessariamente;
  • quite as dívidas. Sugestão tão simples quanto complexa, mas que evidencia o quanto a sua gestão lida com as finanças corporativas. Mesmo que isso signifique a renegociação de dívidas para garantir fôlego e liquidar as contas do mês sem grandes problemas.

Se você precisa de ajuda para compor um trabalho de finanças corporativas sob rígido controle dos seus especialistas, aproveite para dar uma conferida em nosso artigo que fala sobre a importância da tabela financeira para esse tipo de trabalho!

 

E, para ir além das dicas aqui vistas, não deixe de compartilhar este post nas suas redes sociais — e marque os colegas que também estão enfrentando duras batalhas para equilibrar as finanças corporativas!

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