erros na gestão de saúde corporativa

5 erros na gestão de saúde corporativa e como evitá-los

Existem muitos erros na gestão de saúde corporativa porque o RH e também os líderes da organização não se reúnem para entenderem os efeitos positivos dessa prática. Ou, ainda, focam exclusivamente em ações genéricas, quando não compreendem os impactos dentro de suas próprias equipes. Daí, a importância em integrar os setores, e aprender a lidar com cada situação de maneira personalizada.

O bem-estar no ambiente de trabalho não se resume aos benefícios corporativos, como o plano de saúde. Afinal de contas, a liderança da empresa e o setor de RH, principalmente, têm que estar alinhados às melhores práticas do setor. O que inclui afastar-se dos principais erros na gestão de saúde corporativa.

Antes de avaliar se a sua empresa está de acordo, ou não, com as melhores práticas do setor, venha conosco ao longo desta leitura! Nos próximos tópicos, reunimos 5 erros na gestão de saúde corporativa que você deve se atentar — e ainda trouxemos algumas boas ideias para implementar na sua empresa. Confira!

 

O que é a gestão de saúde corporativa?

 

Vamos pensar na gestão de saúde corporativa como um pensamento humanizado, mas que beneficia tecnicamente de toda a cadeia produtiva da sua empresa.

Por exemplo: você descobre que a baixa produtividade de uma equipe específica está relacionada às más condições dos acessórios e equipamentos que eles utilizam. 

Com isso, tem aumentado o absenteísmo, as ausências por lesões e doenças e até mesmo uma desmotivação crônica que se traduz no elevado índice de turnover.

É aí que um trabalho estratégico para não apenas solucionar as consequências, mas o problema em sua raiz, desponta como um atrativo e tanto. Basta considerar quais são os recursos que podem ser investidos para, assim, promover um aumento de produtividade e a erradicação dos problemas acima citados.

Além, é claro, de outras dicas que vamos explorar logo abaixo, com base nos principais erros que os gestores e o RH têm cometido em gestão de saúde corporativa!

Como evitar os erros na gestão de saúde corporativa?

Destacamos os principais equívocos que líderes de todos os segmentos e empresas de todos os portes vêm praticando. Avalie se alguns desses erros fazem parte de sua rotina, também, e aprenda a evitá-los!

 

Ausência de um plano de bem-estar coletivo

Pessoas não são máquinas, elas sentem, sofrem, desejam e se aborrecem. E isso influencia, direta ou indiretamente, no desempenho delas em suas atividades profissionais.

Quando o RH e a gestão compreendem isso, entendem que a gestão de saúde corporativa é um investimento, e não um custo extra para a organização.

Com base no perfil dos seus colaboradores, experimente promover o bem-estar e a qualidade de vida coletiva com:

  • ginástica laboral;
  • acompanhamento nutricional;
  • atividades físicas planejadas externamente (como caminhadas ou grupos de pedaladas);
  • massagens.

Quando há um bom alinhamento com o perfil médio da equipe, o engajamento é maior. Um sucesso e tanto, comparando-se com uma rotina de negligência ao bem-estar dos seus funcionários.

Ambiente de trabalho insalubre

Anteriormente, destacamos que um simples descuido nas melhores condições de trabalho pode acarretar uma bola de neve destrutiva no ambiente de trabalho. 

Vale destacar, entretanto, que isso também se mostra um grande erro na gestão de saúde corporativa por meio de outras atitudes (ou a falta delas), como a falta de um programa de prevenção de danos e acidentes, por exemplo.

Por isso, reveja todo o fluxo de trabalho, e identifique se os gestores orientam e alertam os seus colaboradores a respeito de todos os riscos. E, em seguida, verifique se existe um plano de ação para evitar, contornar e reduzir a zero essas situações potencialmente perigosas.

 

Bem-estar financeiro

No Brasil, mais de 60 milhões de pessoas estão inadimplentes, o que destaca um mal em comum: o estresse financeiro. Esse tipo de transtorno psicológico (e econômico) reflete também na maneira com a qual as pessoas se relacionam com as outras no ambiente de trabalho. E não é incomum que elas apresentem:

  • irritabilidade;
  • impaciência;
  • ansiedade;
  • estresse;
  • distração;
  • baixa produtividade
  • desmotivação.

Percebeu-se também que as empresas que investem em programas de bem-estar financeiro têm mais chances de recuperar esses colaboradores tão distantes do dia a dia. Uma maneira de investir em peso não apenas em bons resultados na empresa, mas em orientação e algumas estratégias de valorização da saúde financeira desses profissionais.

Assim, a gestão de saúde corporativa pode assumir um lado ainda mais próximo e humanizado, oferecendo um auxílio extraprofissional para o seu capital humano render cada vez melhor, e com mais segurança.

 

Falta de monitoramento dos índices de RH

Algumas coisas o RH e os gestores só sabem a partir do monitoramento de métricas e dos grandes indicadores de desempenho. Isso porque, nem sempre os profissionais estão prontos para conversarem, abrirem-se e exporem-se para relatar um problema, desafio ou dificuldade.

Quando se percebe essas alterações (na satisfação e na produtividade ou no engajamento, por exemplo), é possível tomar medidas rapidamente, e com mais precisão e eficácia.

Até por isso, não apenas para a gestão de saúde corporativa, mas para todo o crescimento da organização, a compilação e organização desses dados valiosos para o desenvolvimento interno são indispensáveis.

 

Ações de conscientização

Por fim, gestores e especialistas de RH podem se esquecer que uma simples maneira de praticar a gestão de saúde corporativa é a realização de ações de conscientização, que podem ser sobre:

  • o tabagismo;
  • o bullying e assédio (dentro e fora) da empresa;
  • as boas práticas para uma alimentação nutritiva e balanceada;
  • a importância da prática de exercícios físicos;
  • saúde mental;
  • campanhas específicas (como o outubro rosa e o novembro azul, entre outras).

Quando o setor de RH apresenta um plano sólido e contínuo de cuidado, atenção, acompanhamento e preocupação com os seus funcionários, eles respondem com mais engajamento, produtividade e satisfação. A boa e velha gratidão apresentada em performances melhores, e uma união cada vez maior.

Agora, para finalizarmos este artigo, vamos abrir o espaço para que você compartilhe com as suas experiências e, assim, possamos falar mais a respeito da gestão de saúde corporativa: quais são os grandes desafios que a sua equipe enfrenta, a respeito disso, na sua empresa? Basta deixar a sua opinião, no campo abaixo!

 

 

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