Educação financeira infantil

Educação financeira infantil: 6 lições para os pequenos (e também para adultos)

A importância da educação financeira infantil está atrelada à conscientização a respeito da poupança e do uso racional dos recursos.

Quando a criança entende isso desde cedo, aprende sobre o valor agregado em economizar e em evitar gastos supérfluos.

Crianças têm uma curiosidade natural e cabe aos seus pais e responsáveis legais a devida orientação e estímulos para desenvolver o aprendizado delas. E isso inclui as boas práticas de educação financeira infantil.

Pois o assunto tende a ser bastante delicado, no país.  Atualmente, cerca de 60% das famílias brasileiras estão endividadas e os adultos podem contribuir para que os seus filhos entendam, desde cedo, a importância de poupar e construir um patrimônio.

Para isso, neste post, vamos explicar tudo a respeito da educação financeira infantil, e como os primeiros passos para essa prática podem ser adotados. Boa leitura!

Como ensinar a educação financeira infantil: 6 dicas

A educação financeira pode ser aplicada a partir do momento em que os pequeninos já demonstram compreender o valor da moeda para as compras.

É no dia a dia que as noções de educação financeira são assimiladas naturalmente. Veja como isso pode acontecer!

1. Apresente os benefícios da educação financeira

O conceito é difícil de ser compreendido também por adultos, mas não é impossível.

A ideia, aqui, consiste em apresentar o valor de investir e poupar com consciência.

Por exemplo: se as crianças têm uma renda mensal oferecida pelos pais, a famosa mesada, cabe aos adultos monitorar os gastos e apontar quais são os benefícios e eventuais obstáculos que elas vão enfrentar se gastarem rápido ou mais do que o que elas recebem ao longo do mês.

Os programas de bem-estar financeiro aplicado pelas empresas também exercitam essa questão.

Para saber mais sobre o assunto indicamos que leia o artigo; “Como ajudar os funcionários a não se endividarem?”.

2. Ensine-as a diferenciar necessidade e desejo

A espontaneidade e as ações por impulso das crianças podem ir em desencontro à ideia de educação financeira infantil. No entanto, é possível controlar isso mostrando a elas o que é uma necessidade e o que é apenas desejo.

O supérfluo, por exemplo, não precisa ser saciado em todas as oportunidades. Daí, a relevância em fazer as crianças perceberem o que pode ser feito para dosar esses impulsos ou, até mesmo, planejar alternativas para eles.

Uma situação que define isso bem: digamos que a criança queira uma calça de marca. Os pais ou responsáveis legais podem fazê-la entender que a etiqueta não é o essencial para a aquisição. Assim, gasta-se menos e supre-se a necessidade, com economia.

3. Valorize o conceito de desapego

Em vez de acumular roupas, brinquedos e posses que vão perdendo o valor e a utilidade, enquanto a meninada amadurece, que tal ensiná-las a praticar o desapego?

Além de mostrar a elas que o descarte não é uma boa atitude, os adultos reforçam e encorajam que elas reaproveitem esses itens para outras pessoas que possam encontrar grande utilidade para eles.

4. Experimente dar mesada para as crianças

A mesada vai ser a principal fonte de renda das crianças, portanto, ela pode ser a grande ferramenta de educação financeira infantil que vai ajudar a ilustrar o valor de cada centavo recebido e investido.

Essa renda pode ser oferecida semanalmente, também, permitindo um controle maior dos gastos. E também serve para estimular a disciplina e as alternativas para poupar, gradualmente, de acordo com os seus interesses.

Entretanto, dar o dinheiro e esperar que a criança saiba o que fazer com ele não é a melhor forma de aplicar essa estratégia de educação financeira. Então, como fazer? Indicamos que você assista ao vídeo abaixo. São menos de 5 minutos que podem mudar o futuro do seu filho! Acredite!

5. Estabeleça alguns limites

Lembre-se: estamos falando de educação financeira infantil. Mesmo adultos, em geral, têm grandes dificuldades de fazer uma gestão financeira eficiente para poupar e equilibrar as suas respectivas rendas e custos.

Por isso, de nada adianta a orientação e as mesadas, se os pais não vão acompanhar o desenvolvimento da disciplina financeira da meninada. É importante criar uma rotina de:

  • monitoramento próximo;
  • aconselhamento constante;
  • conselhos que façam elas entenderem, gradualmente, a importância em poupar, a necessidade de uma compra e até mesmo as prioridades e objetivos financeiros.

6. Seja o exemplo

Finalizando essas dicas, experimente ser o exemplo. Digamos que você negue uma compra para seus filhos mas logo em seguida adquira algo supérfluo e potencialmente caro, prejudicando o orçamento familiar.

Assim, fica difícil discipliná-los por meio dessas dicas de educação financeira infantil, não é mesmo?

Comece, então, fazendo as suas próprias contas:

  • defina o valor médio de gastos, por mês, com base na renda familiar;
  • estimule hábitos saudáveis de planejamento financeiro.

Dessa forma as crianças — que crescem tendo os pais como seus grandes exemplos e inspirações — vão tomar essas atitudes como algo natural.

Como inspirar as crianças a melhorarem cada vez mais

Quando a educação financeira infantil deixa de ser um desafio, os pais têm mais facilidade para implementarem novas ideias e atitudes que vão ajudar as crianças a amadurecerem com esse pensamento consolidado em seus comportamentos.

Abaixo, reunimos algumas dicas para isso. Veja só quais são:

  • estimule-as a criarem uma reserva financeira de emergência, poupando um valor mínimo que seja todos os meses;
  • deixe-as aprenderem mais sobre o assunto. Encoraje-as a pesquisarem assim que elas tiverem mais idade para aprofundar-se no assunto;
  • converse abertamente sobre o assunto, apresentando as armadilhas financeiras que elas podem encontrar pelo caminho e tirando todas as suas dúvidas;
  • encoraje-as a investir. Pode ser em dólar ou em pequenas aplicações;
  • auxilie-as na definição de objetivos e planejamento financeiro.

Acredite, essas pequenas atitudes fazem grande diferença na vida das crianças e também na sua.

Como afastar o estresse financeiro?

As crianças não são as únicas que precisam aprender a controlar o dinheiro. Algumas pesquisas apontam que 7 em cada 10 pessoas reconhecem não ter capacidade de lidar com imprevistos financeiros. Isso quer dizer que não há reserva nem investimento sendo feito.

Essa é uma das razões que explicam os 20 milhões de brasileiros estão presos ao cheque especial e que buscam por alternativas que o permitam sair desse problema. 

Essa é a proposta do Xerpay, um aplicativo que permite que permite que os colaboradores antecipem parte de seus salários quando quiserem de forma simples e instantânea.

De acordo com a média de uso do cheque especial, você pode economizar mais de R$100 com Xerpay.

Mas qual é a vantagem para a empresa? Entre os benefícios de adotar esse tipo de estratégia está a diminuição do turnover, aumento da produtividade e atração de talentos? Além, claro, de reduzir o estresse financeiro!

Fale com um especialista e saiba como implementar esse recurso no seu negócio.

E para você que, além da educação financeira infantil tem interesse no assunto em geral, também, aproveite para curtir a nossa página no Facebook e seguir a Xerpa no Instagram e LinkedIn! Por lá, você vai sempre ficar por dentro de todas as nossas novidades e dicas!

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