Dicas de redução de custos nas empresas são sempre bem vindas. Afinal, essa é uma das formas de aumentar a margem de lucro e ter um retorno mais significativo. Mas será que essa atitude é sempre recomendada?

A resposta é NÃO. Esse é um trabalho que exige muito cuidado para evitar prejuízos à empresa. O recomendado é ter em mente que cortar custos implica na eliminação dos excessos e itens desnecessários, sem paralisar as rotinas operacionais e atividades cotidianas. A questão é: como fazer isso?

Neste post vamos apresentar os danos que podem ser causados à empresa se a eliminação de custos for mal planejada. Em seguida, também traremos dicas de redução de custos nas empresas corretamente. Então, vamos lá?

Os prejuízos do corte de custos mal feito

Em 2005, um fato ocorrido entre a General Motors (GM) e a Toyota chamou a atenção entre os gestores financeiros. O faturamento da primeira foi de 190 bilhões de dólares com um lucro de 4 bilhões de dólares. Já a segunda, alcançou um faturamento de 170 bilhões de dólares e um lucro de 12 bilhões de dólares.

Como a Toyota, que teve uma receita menor, conseguiu um lucro 3 vezes mais elevado? A resposta é a gestão de custos. Essa atividade deve fazer parte da rotina empresarial, porque dessa forma se alcançam diversos benefícios, inclusive o crescimento organizacional sustentável.

No entanto, quando apenas se faz o corte sem avaliar a maneira com que os custos impactam a produção, o resultado pode ser o contrário. A qualidade do produto ou serviço pode sofrer, o que prejudicará o atendimento ao cliente. Isso gera uma insatisfação, que mancha a reputação da empresa.

Em outras palavras, a eliminação malfeita dos custos é uma “bola de neve”, que traz perdas de médio e longo prazos para a empresa. Como evitar que isso aconteça? Reunimos algumas dicas a seguir.

Dicas de redução de custos nas empresas

1. Adote um banco de horas

Essa é uma alternativa viável para diminuir os gastos com o pagamento de horas extras. O trabalho a mais feito pelo colaborador é anotado em um banco e permite a ele que, no futuro, tire folgas para recuperar o tempo trabalhado.

Caso haja alguma resistência, uma dica é indicar que o dia em casa pode ser aproveitado durante o período de férias mais longas ou emendas de feriados.

Apenas tome o cuidado de fazer a compensação no mesmo ano em que o banco de horas foi criado. Pela lei, é necessário tomar essa atitude ou pagar o funcionário pelo tempo a mais trabalhado.

2. Envolva a equipe no corte de custos

Os colaboradores são peça-chave nessa ação. É preciso reforçar a comunicação interna e explicar o motivo pelo qual todos devem fazer parte.

Atitudes simples podem levar a bons resultados, como reduzir o consumo de itens de material de escritório, energia elétrica e manutenção de equipamentos.

Aproveite a luz natural, use lâmpadas econômicas e substitua os documentos em papel por digitais. Use compensações para os casos em que as metas forem atingidas.

3. Melhore a gestão de fornecedores

O mau gerenciamento dos pagamentos a terceiros pode equivaler a até 50% do faturamento empresarial.

O ideal é rever as negociações e, se for impossível alterá-las, considerar trocar por outros fornecedores, desde que mantenham a qualidade e prazo e reduzam o preço.

Uma sugestão interessante é fazer parcerias com organizações complementares ou concorrentes, que permitem elevar o poder de negociação.

Assim é possível fazer compras conjuntas para obter uma redução do valor unitário e diminuir os gastos com a logística. Lembre-se de ter a mesma atitude com a contratação de serviços de limpeza, jurídicos, segurança, contábeis e por aí vai. Evite aceitar qualquer oferta e sempre pense nos efeitos que isso pode gerar para a organização.

4. Renegocie dívidas

Os débitos com credores e instituições financeiras podem corroer os resultados da companhia. Para eliminar custos é imprescindível renegociar e tentar reduzir a taxa de juros.

Apenas tenha certeza de que a sua empresa conseguirá honrar os compromissos conforme o acordo feito para não perder credibilidade no mercado.

Procure revisar as tarifas bancárias também, porque elas podem chegar a 1% do faturamento. Para alcançar esse resultado é necessário manter os pagamentos em dia e controlar o fluxo de caixa.

5. Planeje bem o estoque

O armazenamento de produtos implica gastos desnecessários para a organização. Isso porque o capital sem giro faz você literalmente perder dinheiro.

O recomendado é adotar uma metodologia que permita manter o estoque mínimo e, ao mesmo tempo, atender os clientes que buscam o item. Adotar um software de gestão de estoque também é interessante para evitar perdas.

6. Automatize processos

A automação garante menor perda de tempo com atividades operacionais e, por consequência, um foco maior nas tarefas estratégicas. Essa ação resulta em ganho de produtividade e facilita a execução de processos mais simples.

Por exemplo: ao invés de despender horas com procedimentos de admissão, demissão, controle de férias e de folha de pagamento, você pode adotar um software voltado para o RH, como o da Xerpa.

Isso deixará o trabalho mais fácil e até trará melhorias para a adequação às novas diretrizes do eSocial.

7. Adote ações para evitar o turnover

Um dos gastos principais nas empresas é com a rotatividade de colaboradores. O processo de recrutamento e seleção, bem como admissão e demissão de pessoas são custosos e impactam significativamente as finanças empresariais.

Considere que é preciso investir em treinamento e adaptação do funcionário, pagar direitos trabalhistas na saída e desembolsar outros valores.

Por isso é necessário verificar se a contratação é realmente necessária naquele momento e estar atento ao modelo de admissão. Se a atividade desempenhada for para atender uma demanda específica, por exemplo, procure a terceirização ou parceria com um profissional autônomo. A análise de cada caso possibilita escolher a situação mais favorável para a sua companhia.

Em resumo, seguir dicas de redução de custos nas empresas pode ser necessário, mas deve ser feito com cuidado. Evitar com isso trazer prejuízos à qualidade e à reputação, focando a verdadeira gestão de gastos para ter resultados positivos.

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