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Depressão no trabalho: o que fazer e como identificar os sintomas em colaboradores

A empresa pode ter uma participação determinante na identificação e no auxílio ao tratamento contra a depressão no trabalho. Para isso, é importante a presença ativa do setor de RH, valorizando os seus profissionais e avaliando-os continuamente para que entendam o que se passa com eles e aprendam a melhor decisão para o caso.

Os casos de depressão no trabalho — e fora dele — são alarmantes. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já alertou para o fato de que, até 2030, o distúrbio pode se tornar o mais comum do mundo inteiro.

Portanto, a saúde mental deve ser uma peça cada vez mais importante no quebra-cabeça de benefícios que uma organização tem a oferecer.

E não apenas porque o tratamento humano pode ajudar nos índices de absenteísmo, engajamento e produtividade, mas porque mostra a preocupação genuína com a pessoa por trás do crachá.

Daí, a importância em saber como identificar os sintomas de depressão no trabalho e o que fazer. Para isso, convidamos você a seguir com a leitura deste post, em que vamos apresentar uma série de medidas para ajudar os funcionários a lidar com a depressão no trabalho. Boa leitura!

Sintomas da depressão no trabalho: como identificar

Especialistas de RH devem se atentar às mudanças comportamentais dos seus colaboradores, sejam elas em curto, médio ou longo prazo.

Para isso, as suas respectivas performances devem ser monitoradas — a partir de avaliações de desempenho — para que essas transformações, bruscas ou não, sejam percebidas.

Além disso, é importante que a sua equipe possa se qualificar a respeito da identificação dos sintomas comuns da depressão no trabalho — e que se estendem para fora do ambiente corporativo, claro, como:

  • fadiga;
  • insatisfação crônica;
  • picos de alegria;
  • indecisão;
  • introspecção.

Vale aprender também como os colaboradores podem abordar e se relacionar com outros funcionários. Afinal de contas, nem todos querem se abrir sobre o assunto, e todo cuidado é exigido para uma boa interação com o profissional, assim,  ele aceitará a ajuda necessária.

Capacite também os gestores

Além dos profissionais de RH, os gestores têm um papel importante em identificar e prevenir a depressão no trabalho.

Primeiramente, porque eles são o contato mais próximo do profissional abalado psicologicamente — além dos seus colegas de trabalho mais próximos.

E também porque os líderes podem estar mais por dentro dessas mudanças abruptas de comportamento ou performance com mais facilidade e que são os indicativos de que algo pode estar errado.

Para tanto, vale a pena investir o tempo dos seus especialistas em capacitar os líderes com as ferramentas necessárias para o suporte adequado aos funcionários. Isso pode ser feito por meio de:

  • sessões de treinamento;
  • compartilhamento de informações a partir de conversas informais;
  • o estímulo ao diálogo aberto com todos sobre a importância e os cuidados com a saúde mental.

Com a educação a respeito das realidades sobre a depressão no trabalho, os funcionários podem contribuir com a manutenção de um ambiente favorável, e apoiar quem quer que esteja com dificuldades.

Como prevenir a depressão no trabalho

1. Proporcione um local de trabalho seguro

Que tal transformar o ambiente em um local que estimule as vibrações positivas e as sensações relaxantes? Isso, por si só, pode ajudar na manutenção do bem-estar e do humor das pessoas, sabia?

Além disso, certifique-se de que não exista toxicidade no local de trabalho, como assédios, bullyings e toda forma de intolerância pode desencadear casos de depressão no trabalho.

Isso inclui a atenção à gestão e à maneira com a qual os líderes se relacionam com os profissionais. Afinal, o assédio pode vir também de quem cobra e demanda por resultados, e isso tende a evoluir para casos de distúrbios psicológicos, como o estresse, a ansiedade e a depressão.

2. Crie uma rotina flexível aos colaboradores

Uma boa maneira de combater a depressão no trabalho é a partir da criação de uma rotina mais flexível. Isso significa, por exemplo, estabelecer um dia de home office por semana ou desenvolver programas de bem-estar para toda a empresa.

Essas ações, embora pareçam meros detalhes na luta contra a depressão no trabalho, permitem o estabelecimento de uma cultura de valor ao profissional que estimule a conversa aberta e, principalmente, a intenção em buscar auxílio profissional.

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3. Encaminhe os profissionais para auxílio especializado

Por fim, vale destacar que o RH tem, sim, um papel elementar nessa identificação e auxílio contra a depressão no trabalho, mas o tratamento não é responsabilidade dos profissionais  do setor.

Evite, portanto, transformar as conversas em sessões terapêuticas. O funcionário se abrir é um primeiro passo importante, mas o tratamento com profissionais qualificados tende a ser a alternativa mais eficiente para que esse colaborador volte a ter uma performance louvável, com o seu semblante e comportamento reorganizados sem a interferência desse distúrbio limitante.

 

Agora, que tal nos ajudar a expandir esse post? Sua empresa já teve que lidar com a depressão no trabalho? Conte-nos como foi a experiência, no campo de comentários deste post, e quais foram os planos de ações praticados para contribuir com a solução do problema!

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