competitividade entre colaboradores

Afinal, a competitividade entre colaboradores é boa ou ruim para as empresas?

A competitividade entre colaboradores é uma boa maneira de engajar as equipes, estimular a produtividade e gerar, continuamente, bons resultados. O problema é que, sem planejamento ou metas estabelecidas, os conflitos podem se tornar comuns, sendo fundamental o monitoramento das ações.

 

Deveria ser consenso, entre os gestores, que a competitividade entre colaboradores é um ativo valioso para o desenvolvimento da organização.

Afinal de contas, essa motivação é o diferencial para que os profissionais engajem mais nos objetivos da empresa, busquem o seu crescimento internamente e promovam uma gostosa disputa interna.

Acontece que, quando não há um objetivo bem definido pelo RH e os gestores, a competitividade entre colaboradores pode culminar em conflitos, quebras de relações e uma série de outros problemas a serem resolvidos.

Que tal ver, então, como desfrutar do melhor para gerar uma competição sadia e proveitosa para todos da empresa? Basta seguir com a leitura deste post!

 

Como a competitividade entre colaboradores é positiva?

Já reparou como os esportes coletivos tendem a premiar os melhores atletas com um lugar cativo na equipe principal? Pois o mesmo — com suas devidas proporções — pode acontecer na sua empresa.

Para isso, o setor de RH tem que estar à frente dessa distribuição de “camisas titulares”, promovendo ações que estimulem a competição, gratifiquem os melhores e estimule os outros a alcançarem resultados melhores gradativamente.

Isso, por si só, já deveria estimular a competitividade entre colaboradores. Só que existem, também, outros aspectos relevantes e fundamentais para o desenvolvimento desse tipo de estratégia, como:

  • identificação de talentos internos com base em objetivos previamente esclarecidos a fim de avaliar as competências, habilidades e personalidade de cada colaborador;
  • oportunidade de crescimento interno, fazendo com que os profissionais busquem um espaço cativo na empresa, aumentando gradualmente o seu prestígio e cargo;
  • estimula a criatividade;
  • aproxima os colaboradores a desenvolverem suas habilidades, incluindo, aí, o trabalho coletivo;
  • ajuda a difundir o conhecimento, explorando a disposição dos profissionais em buscar novas ideias e soluções para os mesmos problemas;
  • retenção de talentos, uma vez que os funcionários vão saber, exatamente, o que fazer e como fazer para construir o seu plano de carreira internamente;
  • reduz as barreiras naturais das pessoas em exporem as suas ideias. Tendo recompensas palpáveis, nesse processo, a tendência é que mais pessoas se arrisquem a apresentar novas ideias.

Vale destacar que, com isso bem trabalhado na cultura organizacional da empresa, mais profissionais vão buscar um espaço ali dentro, em novos processos seletivos. Portanto, a competitividade entre colaboradores pode ser não apenas um ativo valioso para o desenvolvimento e a retenção de talentos, mas a atração de profissionais do mercado também.

 

Quais aspectos podem ser tóxicos?

Como destacado, até aqui, o planejamento é essencial para fazer com que a competitividade se torne um ativo funcional no DNA da empresa, impulsionando-a constantemente a novos — e melhores — resultados.

Só que esse trabalho deve vir acompanhado também de um monitoramento próximo e contínuo, já que a falta de atenção da gestão — ou mesmo do RH — se convertem em alguns problemas específicos e prejudiciais para o bom clima organizacional, como:

  • baixa a produtividade dos colaboradores afetados pelo clima ruim de competitividade;
  • mina a ética coletiva, uma vez que os resultados alcançados podem despertar a inveja, a cobiça e outros sentimentos negativos no ambiente de trabalho;
  • promove a hostilidade e a falta de colaboração. Principalmente, quando o sucesso de um significa a estagnação — ainda que momentânea — de outro;
  • desperta os conflitos internos, que podem evoluir para um local de trabalho tóxico e insustentável para muitos, aumentando o absenteísmo, a falta de engajamento e até mesmo os índices de turnover.

Portanto, não basta encorajar e oferecer estímulos. A competitividade entre colaboradores é um trabalho contínuo e que demanda a completa atenção dos seus realizadores para que o equilíbrio permaneça no dia a dia corporativo.

 

Como estimular a competitividade entre colaboradores?

Se, por um lado, o clima competitivo contribui com o desenvolvimento individual e coletivo — além de contribuir com o crescimento da empresa —, isso só é possível quando o estímulo agrega a todos.

Daí, a importância em compor uma solução saudável, com objetivos claros, resultados muito bem delineados e um tratamento que privilegie a todos, ainda que exista um ranking.

Para tanto, algumas ações podem ser trabalhadas. E, a seguir, vamos explorá-las detalhadamente!

 

Defina as regras

A gamificação (ou gamification, do termo em inglês), por exemplo, auxilia no engajamento porque conta com objetivos bem definidos, regras claras e uma condução próxima dos idealizadores.

Com isso, as chances de fazer com que o trabalho seja bem feito é maior, e não corre-se um risco mais evidente de desequilibrar as intenções dos participantes.

Uma dica: premie a todos, ainda que exista um primeiro e último colocados. Isso gera mais união entre as equipes, e um senso em melhorar na próxima ocasião.

 

Participe do processo

Engaje, estimule e esteja próximo. Se possível, seja um elemento-chave na equação pela busca de resultados. Assim, o controle é maior e você consegue trabalhar a colaboração de maneira mais efetiva.

 

Faça reuniões periodicamente

Independentemente do trabalho que vai ser feito para estimular a competitividade entre colaboradores, como a já citada gamificação, é fundamental reunir-se frequentemente com os participantes.

E sabe por quê? Seus profissionais vão ter o canal aberto para expressar-se, expor as suas preocupações, aflições, impressões e considerações a respeito da estratégia.

Consequentemente, fica mais fácil avaliar o que funcionou, o que merece mais atenção e monitoramento e o que, por fim, pode ser descartado porque não rendeu o esperado.

Sem falar, é claro, que qualquer interferência na produtividade, como a competitividade entre colaboradores de maneira desleal, é rapidamente diagnosticada e as ações de contenção são rapidamente executadas, evitando um clima tóxico e um clima organizacional ruim.

Dessa maneira, o seu RH e os líderes de cada setor expõem que existe, sim, uma preocupação evidente em aumentar os resultados da empresa. No entanto, isso não significa que a qualidade de vida e o bem-estar dos seus recursos humanos vão ser sacrificados no processo.

 

E então, com base em tudo o que vimos, ao longo do post, como você acha que pode estimular a gestão de pessoas por meio da competitividade entre colaboradores?

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