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Como sair do vermelho: 7 passos para organizar a vida financeira

Como sair do vermelho? Essa parece ser uma preocupação comum dos brasileiros. Em 2019 foi registrado o índice recorde de 40,3% da população inadimplente, segundo pesquisa da Serasa.

Essa estratégia de livrar-se das dívidas é essencial para melhorar diversos aspectos da vida e não estamos falando apenas do alívio nas finanças. Pois, o acúmulo de débitos pode prejudicar também as relações pessoais e a performance no trabalho.

Muitas pessoas querem aprender como sair do vermelho. Especialmente, considerando que o país tem acumulado um número maior de inadimplentes e as preocupações em livrar-se das dívidas cresce proporcionalmente.

Por isso, reunimos algumas dicas de como sair do vermelho para que você possa gerar mais bem-estar financeiro aos seus dias como:

  1. Organizar suas finanças;
  2. Reunir com a sua família;
  3. Renegociar as dívidas;
  4. Criar uma reserva financeira de emergência;
  5. Ter metas financeiras;
  6. Priorizar as dívidas mais altas;
  7. Resistir à tentação de acumular novas dívidas.

Para aprender como organizar a vida financeira e sair do vermelho, veja a seguir as dicas que separamos para você!

Como sair do vermelho?

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Começar o mês com dívidas acumuladas pode se traduzir rapidamente em um quadro crônico de estresse financeiro.

Os débitos fatiam ainda mais o seu orçamento em multas e juros, sem falar que fazem com que a gente recorra às  modalidades de empréstimo custosas como o cheque especial.

Portanto, é hora de arregaçar as mangas e colocar no papel para que o seu planejamento tenha ordem, disciplina e foco para liquidar as pendências e, até mesmo, agregar uma maneira pontual para sair do vermelho. Confira

1. Organizar suas finanças

Não há como sair do vermelho sem antes organizar suas finanças. Para isso, diagnostique todos os seus custos e equilibre com a sua renda familiar. Identifique quais gastos são realmente necessários e quais são os custos supérfluos que estão fatiando o seu orçamento desnecessariamente.

Uma dica nossa de como organizar a vida financeira e sair do vermelho: recupere o histórico de contas (como a fatura do cartão de crédito e o extrato bancário) dos últimos meses e entenda para onde foi todo o seu orçamento nesse período. 

Em seguida, recupere as contas atrasadas e avalie em números a gravidade do problema. Você tem que começar esse trabalho entendendo, detalhadamente o que compõe as suas despesas e, principalmente, o quanto você já tem em débito acumulado.

Só assim, é possível avaliar a quantia que deve ser poupada, todos os meses, para liquidar as dívidas.

>>> Leia também e aprenda ‘8 dicas de como controlar gastos no cartão de crédito‘.

2. Reúna-se com a sua família

Com base na dica anterior, entenda quais são as áreas que mais elevam os gastos do orçamento familiar. Assim, é hora de reunir-se com a família e expor a situação para todos.

Afinal de contas, o trabalho envolve mais conscientização de todos — seja para controlar os gastos como também para evitar o aumento em contas fixas como luz, água e telefone, entre outras. É importante que todos estejam focados no mesmo objetivo: que é aprender como sair do vermelho.

Para ajudar, deixe salvo o nosso artigo com dicas para economizar dinheiro no dia a dia! Assim, toda a sua família vai aprender a lidar com esse novo comportamento e hábitos enquanto poupam gradualmente.

3. Renegocie as dívidas

Ao saber qual é a situação real de sua saúde financeira, é hora de colocar algumas estratégias em prática. E uma das principais de como sair do vermelho é a negociação de suas dívidas.

Nenhum credor quer manter os inadimplentes em seu sistema. É prejuízo na certa para eles. Por isso, qualquer tentativa de solucionar a situação é mais que bem-vinda.

Sem falar que muitas empresas, hoje em dia, já contam com flexibilidade para negociar e propor condições melhores de pagamento.

Assim, há como sair do vermelho de maneira que não prejudique o seu novo planejamento financeiro. E ainda sem que as taxas e juros se acumulem de maneira desproporcional à sua renda.

4. Crie uma reserva financeira de emergência

Em vez de gastar o dinheiro com prazeres imediatos, mas que não contribuem com o alívio das dívidas, substitua as atividades. Algumas dicas são:

  • experimente cozinhar receitas mirabolantes, em vez de visitar um restaurante;
  • faça sessões de cinema em casa ao invés de ir ao cinema;
  • procure atividades de lazer gratuitas na sua cidade. 

Com essas pequenas atividades de poupar e juntar dinheiro, crie uma reserva financeira de emergência. Por meio dela, você garante uma quantia — mínima que seja — que vai se acumular mês após mês e, consequentemente, servir de sustento para eventuais imprevistos.

O estresse somado ao endividamento é uma das principais causas de esgotamento atualmente e muitas vezes ele ocorre por conta de situações inesperadas. Um acidente ou doença cujo tratamento é longo, por exemplo, pode também colocar o planejamento financeiro em risco. 

Ao ter uma reserva de emergência, você sabe onde recorrer para garantir que tais situações sejam devidamente lidadas — e sem cair no vermelho novamente, nesse período.

5. Tenha metas financeiras

Uma das melhores consequências do planejamento e de organizar as finanças é a visualização ampla de sua situação.

Por exemplo: se você tem uma dívida que após renegociada permanece em R$ 500 e sua família consegue poupar R$90 por mês, é certo que a dívida pode ser liquidada em menos de 6 meses.

É por meio dessas pequenas metas financeiras que todos em sua residência têm que se concentrar. Acabar com as dívidas uma a uma e então ter metas mais ambiciosas.

Sem nenhuma pendência financeira, a adiada viagem de férias pode fazer parte dos objetivos para o próximo ano, que tal?

6. Priorize as dívidas mais altas

Verifique qual é a conta com os juros mais altos — normalmente, é a fatura do cartão de crédito ou mesmo do cheque especial.

É importante que você lide com essas contas primeiro porque são as que mais acumulam e prejudicam que você entenda como sair do vermelho.

Além disso, vale a pena observar a possibilidade de trocar a dívida maior por uma menor. Ou seja: com juros mais baixos.

Assim, você acaba rapidamente com a fatura, por exemplo, e começa a lidar com os juros baixos de um empréstimo consignado ou crédito pessoal.

Com juros menores, você consegue se planejar melhor e as dívidas aumentam de maneira menos impactante, mês após mês.

7. Resista à tentação de acumular novas dívidas

Após aprender como sair do vermelho, as pessoas tendem a respirar aliviados e muitas têm o hábito de recorrer ao cartão de crédito e cheque especial para fazer as compras que foram adiadas por tanto tempo.

Aí o que acontece? Um novo endividamento. 

Algumas ideias para evitar isso são:

  • fuja dos parcelamentos;
  • sempre fique de olho em taxas e juros de cada parcela, caso seja inevitável;
  • opte pelas compras à vista;
  • sempre pesquise, antes de comprar, a fim de obter melhores pechinchas.

É uma mudança de comportamento, mas faz toda a diferença para você alcançar cada uma de suas metas estipuladas.

Como a empresa pode contribuir para a saúde financeira

40% das pessoas que já caíram no cheque especial, fazem isso todos os meses e isso leva muita gente para o vermelho. Mas e se ao invés do cheque especial existisse outra alternativa vinda da empresa onde você trabalha?

Conheça a ferramenta Xerpay e saiba como funciona o sistema que implementa o pagamento sob demanda, ou seja, os colaboradores de uma empresa podem antecipar parte de seus salários quando quiserem.

De acordo com a média de uso do cheque especial, os funcionários pode economizar mais de R$100 com Xerpay.

O Xerpay pode ser um dos benefícios mais valorizados por quem trabalha em uma empresa. Fale com um especialista e conheça mais!

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