BYOD é um conceito muito aplicado, nas empresas, mesmo embora poucos profissionais saibam do que se trata a sigla. Na verdade, trata-se da ideia de bring your own device (algo como “traga o seu próprio aparelho), que é a flexibilização dos modelos de trabalho. Isso permite aos profissionais o acesso às ferramentas da empresa por meio de qualquer dispositivo, de qualquer lugar e a qualquer hora.

 

O BYOD já está inserido no mundo corporativo — e isso é uma excelente notícia! Caso não saiba do que se trata a sigla, trata-se de uma simples abreviação para o termo em inglês bring your own device.

Em uma tradução literal, soa como “traga — ou use — o seu próprio dispositivo. No ambiente corporativo, podemos comparar o uso de tecnologias próprias para a realização do trabalho. E, na Era Digital, é inegável o apelo positivo para os profissionais e também para as organizações.

Mas, para ajudar na visualização desse cenário promissor e que pode consolidar a sua empresa como uma das postulantes ao conceito de organizações do futuro, preparamos este post. Acompanhe-nos ao longo desta leitura, e descubra como o BYOD pode ser um novo marco para o desenvolvimento corporativo!

O surgimento do BYOD

É impensável a aplicação do BYOD, nas empresas, antes da transformação digital. Afinal de contas, nossa relação com a tecnologia era mínima, e os aparelhos eram enormes e pesados. Não é como ter o mundo inteiro ao seu alcance por meio dos seus dispositivos móveis.

Inclusive, o Brasil é um grande influente dessa tendência sem volta: mais de 80,4% dos habitantes já acessam a internet, corriqueiramente, no seu smartphone quando estão em casa. Uma relação diferente com as novas soluções tecnológicas, portanto.

Assim, o bring your own device ganhou mais espaço. Permitindo mais flexibilidade e mobilidade às pessoas, a tecnologia permitiu que pudéssemos ser mais produtivos a qualquer hora, de qualquer lugar.

Quer ver quais podem ser as vantagens em convidar o BYOD a entrar na sua rotina corporativa?

As vantagens do BYOD

Existem muitos aspectos a serem considerados que são positivos, em sua implementação. Abaixo, os principais deles!

 

Economia para a empresa

Se a sua organização conta com um software que pode ser integrado a outras soluções e, inclusive, acessado por qualquer dispositivo com acesso à internet, por que não usá-lo para ter mais economia?

Ao permitir o bring your own device no dia a dia da empresa, o investimento em equipamentos é potencialmente menor, assim como a necessidade de infraestruturas colossais. 

Afinal de contas, essa flexibilidade abre a possibilidade de ter funcionários remotos (parcial ou integralmente) e tudo isso se caracteriza em significativas reduções de custos para a empresa.

 

Melhoria no clima organizacional

Quando as pessoas podem trazer o seu próprio equipamento, e ter acesso ao trabalho de maneira mais móvel e flexível, a tendência é que ocorra também uma melhoria no clima organizacional.

Isso porque, as pessoas se sentem mais confortáveis lidando com tecnologias das quais elas têm mais familiaridade. O grau de personalização é maior e, consequentemente, elas podem render mais, e melhor, no dia a dia (ou seja: mais produtividade também).

 

Mais mobilidade

Vale reforçar o que havíamos mencionado sobre a mobilidade: com o BYOD, seus funcionários podem se sentir mais valorizados e atuar conforme eles preferirem. Isso até pode ajudar a desburocratizar toda a empresa.

Imagine, por exemplo, horários mais flexíveis para que as pessoas consigam conciliar as suas responsabilidades pessoais e profissionais de acordo com os seus cronogramas?

Os benefícios disso se acumulam, pois as pessoas vão trabalhar menos estressadas e ansiosas, já que terão mais controle sobre as suas próprias rotinas. 

Além disso, o bring your own device expande os horizontes da sua empresa. Permitindo que os colaboradores atuem dentro das suas expectativas (respeitando os prazos, é claro), você cria diferenciais competitivos que muitas das grandes empresas globais já estão colocando em prática.

Os pontos de atenção com o bring your own device

É claro que nem tudo transcorre tranquilamente, ao implementar o BYOD. Convém à gestão e ao setor de RH essa atenção mais próxima e atenta para que não ocorram situações problemáticas com o tempo.

E, a seguir, vamos apontar os principais aspectos!

Cuidados com a integração das soluções utilizadas

Imagine que você adquiriu um software de gestão que facilita a implementação do BYOD, mas essa solução não funciona com determinados dispositivos e tecnologias. Assim, muitos dos seus colaboradores não terão acesso a esse benefício proposto pela empresa.

É fundamental, então, que os produtos escolhidos sejam fundamentalmente integrados com todo tipo de tecnologia e também com soluções integradas, para que o trabalho seja facilitado e concentrado em um só lugar.

 

Falta de concentração

Assim como a mobilidade e o uso de equipamentos pessoais agrega pontos positivos, um pouco de atenção é requerido. Afinal, alguns profissionais podem se distrair facilmente com essa possibilidade.

E aí cabe à empresa definir algumas regras básicas, visando a produtividade e o foco total às tarefas, como a restrição a determinados sites ou redes sociais, dentro da empresa, ou mesmo que os colaboradores tenham pequenas metas diárias.

Isso facilita na composição de uma rotina mais focada e com resultados contínuos — independentemente do grau de atenção do colaborador ao beneficiar-se do conceito do bring your own device.

 

Segurança de sua propriedade intelectual

Um ponto elementar, no uso do BYOD: como esse conceito vai impactar a segurança dos dados da empresa?

Certifique-se, então, que a sua área de TI consegue suprir as eventuais demandas e ameaças para o uso de dispositivos pessoais no dia a dia do trabalho, como:

  • uso de tecnologias de gerenciamento de acesso, para saber quem acessou a rede e quais foram as alterações realizadas;
  • implementação de ferramentas que configurem limites de uso dos recursos on-line;
  • uso da tecnologia de armazenamento na nuvem, agregando mais segurança e controle dos dados da empresa;
  • padronização da política de segurança virtual.

Nesse último ponto, vale destacar que estão inclusos a definição de processos (e ferramentas) de acesso e segurança usados pelo TI, além dos controles de responsabilidades e penalidades (estabelecidos pelo RH e pela liderança dos setores).

Sem falar na importância do treinamento para que todos saibam, exatamente, o que pode e não pode ser feito dentro do espectro do BYOD.

O começo da implementação do BYOD

Como deve ter dado para perceber, existem, sim, boas perspectivas com o uso do bring your own device. Mas não basta colocar a ideia em ação sem, antes, planejar bem o processo.

E isso deve incluir a participação dos colaboradores. Vale fazer uma pesquisa para entender como eles se sentem a respeito dessa possibilidade, bem como as suas preocupações sobre o assunto.

Dessa maneira, sua empresa pode compor uma estratégia que agregue resultados a ela, mas fortaleça também a sua gestão de pessoas — um foco humanizado no bem-estar e na satisfação dos colaboradores.

Quer dar um primeiro passo nessa direção, e mostrar que o BYOD tem tudo para ser um sucesso no dia a dia da sua empresa? Então, compartilhe este post nas suas redes sociais — e aproveite para marcar os colegas que vão adorar saber a respeito disso também!